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quinta-feira, 28 de março de 2013

Perguntas (im)pertinentes




Crianças são uma coisa linda, e falantes, catarrentas, barulhentas né?
Toda a inocência que um dia nós tivemos vai se perdendo aos poucos. Enquanto o mundo não nos corrompeu, deve ter sido uma delícia (ou não) para os nossos pais/tios/avós tentarem entender nosso mundinho e responder ou fugir, da melhor forma possível, os nossos questionamentos.

Na minha família, por parte de mãe, eu sou a sobrinha mais velha (e tenho 9 tios!) então pude acompanhar de pertinho o desenvolvimento de muitos dos meus primos. Alguns ainda são bebês.

Mas não foi de um deles que a pergunta (im)pertinente veio. Uma amiga da minha mãe veio aqui com o filho dela, ele tem 7 anos. Enquanto as duas foram conversar, o menino ficou perto de mim (sou meio que um imã infantil, incrível!) e aí eu comecei a assistir "The Walking Dead". Já tava "meio assim" de assistir o episódio na presença dele, então perguntei se ele sabia o que é fantasia, se ele sentia medo, se isso e aquilo; como ele me pareceu muito tranquilo, e em determinado momento até comparou o que via com o clipe "Thriller" do Michael Jackson, continuei assistindo (e ele do meu lado, assistindo também).

Por que essas pessoas tão assim? (mortas)
- Elas são zumbis.
Zumbi... O que é zumbi mesmo?
Zumbi é uma pessoa que morreu, mas não morreu pra valer. Aí "acorda" e sai andando por aí, caçando os vivos.
Hum... Entendi... Jesus era um zumbi?

Pausa. Acho que ele entendeu bem demais, até.


Ozamigos podem me dizer o que responderiam no meu lugar (sem precisar dar aula de teologia)?
Longos segundos se passaram até que meu cérebro voltou a "rodar" e eu comecei com: Não exatamente... Assim... OLHA LÁ! EITA, O ZUMBI VAI MORDER O RAPAZ!
E assim eu escapei dessa cilada, e os pais dele que se virem pra responder essa bomba. hahahahahah

ATUALIZAÇÃO: Esse questionamento do menino me encucou tanto que "fui à caça". Senhor Google me contou que é uma indagação "comum". (Já posso morrer de rir agora? HAHAHAH!)

Finalmente 2013 começou aqui no blog, até mais.


sábado, 29 de dezembro de 2012

Café morno



"Vou colocar pra esquentar mais."
É sempre isso. O café tá ali, na garrafa térmica, quente para o paladar da grande maioria das pessoas, mas pra mim tá morno.
Coloco alguns segundos no micro-ondas, ao ponto de quase ferver, de sair soltando mais fumaça que um daqueles antigos trens a vapor, mas é assim que eu gosto. Gosto de que meu café seja forte, e bem quente.
Se não estiver bem quente - pode ser forte o quanto for - irei achá-lo sem graça, ainda que a maioria das pessoas ache que ele está no ponto. Gosto até de toda a cautela que as vezes tenho que ter. Ir bebendo de golinho em golinho, correndo o risco de, ao terminar de beber a minha caneca de café, estar com a língua queimada.

E sou assim desde... Bom, desde sempre. Não só com relação ao meu café, mas com relação a vida. Meu negócio é a intensidade. Gosto de correr riscos calculados, ou de correr riscos que serão calculados aos poucos. Tenho um caso de amor com a loucura. Não com a loucura clínica (bom, há  quem discorde dessa parte). Não ouço vozes ou acho que estou sendo perseguida, não rasgo dinheiro ou como no McDonalds, nada disso. Mas falo daquela loucura de ir de cabeça nas coisas; de falar algo por achar que foi preciso, ainda que depois pense "mas que m*"; de dar carinho - ou desprezo - indiscriminadamente pra quem merece; a loucura de se apaixonar e cantar "exagerado, jogado aos seus pés, eu sou mesmo exagerado. Adoro um amor inventado" sem um pingo vergonha; a loucura de pecar pelo excesso, sempre pelo excesso, nunca pela falta.
O morno entedia, e o frio repele - e para passar de um estágio para o outro, é rápido. Café morno, vida morna, relacionamentos mornos... Pega tudo isso, coloca pra ferver (mais simples do que imagina: apenas se entregue mais) e vá ser feliz. A vida é curta.
Em 2013, muita intensidade pra você. Muitos pecados pelo excesso.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Homens são de Marte e mulheres ainda não decidiram de onde são




Claro que há diferenças drásticas entre o funcionamento dos cérebros masculino e feminino.
É algo inclusive bastante interessante de se observar.
Homens levam tudo ao pé da letra, já nós passamos horas e horas analisando as mensagens subliminares contidas nas frases mais simples.
PS: Se a frase foi dita por um homem, não existe conteúdo subliminar, colega. É simplesmente aquilo que ele disse e ponto final.
Já nós, mulheres, deixamos as coisas por dizer e esperamos que o cara compreenda tudo o que poderia ter sido dito mas não foi.
PS: Não funciona com homens. Seja direta! Filosofar com homem é uma perda de tempo GIGANTESCA.

Vou dar dois exemplos reais:

Primeiro exemplo: Eu estava numa conversa com um rapaz, pela internet, acompanhem.

Eu: Já começou "tal coisa"?
Ele: Não.
Eu: Não começou? Mas que absurdo... Olha, me faz um favor? Olha aí e me diz se ainda apareço online.
Ele: Não.
Eu: Não começou, não vai fazer o favor ou não apareço online?

A resposta que obtive a seguir foi uma gargalhada. Mas, ué, pra mim um simples "não" foi algo extremamente vago.

Segundo exemplo: Meu pai e a ida ao supermercado.


Pai: Vou ao supermercado.
Mãe: Certo, compra "isso e aquilo" e peixe.
Pai: Tá.

Uma hora depois meu pai volta e começamos a desempacotar as coisas. E nada da sacola do peixe.
Mãe: Cadê o peixe?
Pai: Tá ali - diz enquanto aponta para as três latas de sardinha recém compradas.


Deu pra notar BEM a diferença, certo?
Tem também aquilo: Mulheres falam ao telefone enquanto se maquiam e dão uma olhada no que está passando na TV.
Já homens não conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. Falar ao telefone enquanto um cachorro late a 100 metros de distância é algo fora de cogitação. O lema masculino é basicamente "não trabalhamos com multidisciplinaridade."

Mulheres - nem sou feminista nem machista nem whatever mas, cara... -, nossos cérebros são demais de bons (e demais de loucos). E apesar de homem ser muito - MUITO bom - da TPM, de fazer xixi sentada, dos sentimentalismos, e etc, eu não gostaria de trocar de sexo por nada.


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Humor afrodescendente



Uma coisa que me irrita, me deixa louca da vida, é o tal do "politicamente correto".
Confundem ter bom senso e ser respeitoso com ser imbecil, um chato de galocha.
Um dos meus melhores amigos é "viado". Sim. O chamo de VI-A-DO.
"E ele?" você se pergunta. Ele não se importa! Ele é meu amor, meu viado amor.
Não pensem que ele me chama de "docinho de coco" não.
Pensam que isso é desrespeito? Eu encaro como carinho.
Há um contexto e uma intimidade entre nós que permite esse tipo de linguagem, onde ambos sabemos que a última coisa que queremos é nos magoar.

Você acha mesmo que um negão delícia vai querer ser chamado de "afrodescendente do sexo masculino, de grande estatura, com massa corporal bem distribuída"?
Uma amiga da minha mãe olhou pra as minha brancas pernas e fez cara de nojo (NOJO!) enquanto dizia "meu Deus. Como você é branca..." Isso me afetou. Afetou de um modo como nunca me senti desrespeitada ao ser chama de "lesma", "copo de leite", "alvejada com cloro", "mandioca descascada" - e por aí vai -, pelos meus amigos.
Não é o que se diz: é COMO se diz. É o contexto, é a entonação, é a ideia que se quer passar.

Várias obras do Monteiro Lobato estão sendo censuradas pelo MEC por ter conteúdo racista. Parece brincadeira, mas não é. E tudo isso por trechos extremamente bestas e curtos que eu não considero ter teor racista. Trechos escritos por uma pessoa que nasceu no século 19 e vivia uma realidade totalmente diferente da nossa. Uma coisa que passa pela minha cabeça é que o pobre homem está sendo injustamente acusado de racismo por ter nascido branco e descrito pessoas de pele escura como "pretas" em suas obras. Mas espera: Preto... Negro... Vê alguma diferença na definição das duas palavras?
Certeza que o MEC só não censurou os trechos do saci-pererê por achar que a intenção de Monteiro foi cumprir a cota para deficientes. (Opa, olha meu humor afrodescendente aí.) 
Hoje dividimos em branco, caucasiano, amarelo, índio, pardo, negro. Pra que tudo isso, eu não sei, mas dividimos. Ok, é a realidade atual, mas não era em "mil oitocentos e lá vai fumaça."
Será que se os mesmos trechos escritos por Monteiro Lobato (branco) tivessem sido escritos por Machado de Assis (negro/ preto/ pardo/ afrodescendente/ mulato/ 30 minutos depois...) este também seria condenado por racismo?


Acredito mesmo que a grande maioria desses "defensores" pensam, em coisas com "humor negro", mas admitir, jamais. Afinal, tudo virou humor afrodescendente.
A gente quer dizer uma coisa simples e tem que dizer medindo palavras pra os idiotas não pensarem que você é a reencarnação de Hitler.
Lógico que eu não sou a favor do desrespeito, dos maus tratos, do preconceito. Mas o que fazer, se tudo o que sai da sua boca pode e SERÁ usado contra você?
O que fazer se achei graça nas piadas feitas sobre Eliza Samúdio, Carlos Matsunaga e até de Rafinha Bastos dizendo que comeria Wanessa e o bebê?

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Receita para ser feliz




1/2 lata de leite condensado.
1/2 colher de sopa de margarina.
1 colher de sopa de chocolate em pó.

Coloque tudo numa panelinha, leve ao fogo e mexa como se não houvesse amanhã, até ferver. Desligue, espere esfriar, seja feliz.


PS: Pra quem tá aí dizendo "ai, mas eu vou engordar": Fia você faz isso uma vez na vida, outra na morte.

PS 2: Ninguém consegue ser feliz e magra ao mesmo tempo. Acostume-se.

PS 3: Te dei a receita da felicidade. Se você souber a fórmula do amor, compartilhe comigo. Eu, Leoni e Leo Jaime ficaremos gratos.

PS 4: Ah, porra, até quando você vai ficar perdendo tempo lendo "PSs"?? Vai logo ser feliz.



*Imagem do Google Images.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Morte cibernética


Hoje vi uma imagem que diz que daqui 100 anos, o Facebook terá alguns muitos milhões de perfis de pessoas mortas. Bom, já era de se esperar. Nem todos os reles mortais têm Síndrome de Dercy, grande filósofa que morreu no auge de seus 243 anos.


E aí, lembrei que há um ano atrás, um colega sofreu um acidente de moto e após um mês internado, morreu.
Quando soube da morte dele, meio que nem acreditei. Fui olhar o Orkut dele, e lá estavam, todas as fotos, rastros de quem ele foi, do que pensava, as preferências dele expostas em forma de comunidades, pessoas deixando scraps como forma de homenagem. Olhei no meu MSN e vi o dele, ficaria offline pra sempre. Era estranho ter a certeza de que ele nunca mais iria me chamar com o costumeiro: "Oi, menina."
Resolvi "exclui-lo" do Orkut e do MSN. Não queria pensar no fato de que ele nunca mais estaria ali.
Pensei: E se fosse eu?

Eu tenho conta no Facebook, no Twitter, no Photobucket, no Fileden, no XVideos (Rá! Brincadeira), no Google - Picasa, Blogger, Youtube, Google Plus, Orkut (que nem uso mais) -, e ainda vários emails - consequentemente o MSN.
Imagina que tudo o que um dia eu fui ficará "perdido" na internet?
Prevendo isso, pedi pra que uma amiga guardasse todas as minhas senhas e sempre que modifico alguma, envio um novo arquivo pra ela. Em fim, no dia de minha morte, quem eu sou hoje existirá apenas na lembrança das pessoas, pois acho muito mórbido as pessoas deixando recados e comentários que nunca serão lidos pela pessoa aos quais foram enviados. 

Claro que escolhi uma amiga de super confiança, mas tão de confiança que eu acho que ela acredita que irá passar a eternidade no inferno se entrar em alguma das minhas contas sem minha autorização.
Inicialmente, quando expliquei o motivo de querer que ela ficasse com minhas senhas, ela ficou preocupada e desconfiando de um possível suicídio. Ri alto.
Depois descobri que há sites que cuidam das senhas das pessoas e, após a morte do usuário, as enviam para as pessoas designadas previamente por ele. Mas como esses sites descobrem que o usuário morreu, eu não sei. Se alguém souber, me explique, pois tá fodinha conseguir entender a lógica da coisa.

Em fim, eu vim dizer que vou passar um tempinho longe do blog, mas não muito. É só pra dar uma descansada na mente. E aí você pensa: 


What the bitch...

Fica enchendo a cabeça com porcaria
e quem paga é o blog.


Ser bitch... Me gusta.

 Hahaha! Prometo voltar com todo o gás.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Filhos, sexo e pais

Não sou expert no assunto, minha formação superior não me permite falar com propriedade sobre "os aspectos psicológicos da iniciação sexual juvenil e os impactos familiares que isto acarreta" (sinto que acabei de dar tema de TCC pra alguém), também não vou exemplificar nada sobre a vida sexual de ninguém; porém, vou dar minha visão como filha/neta/sobrinha que sou.

Eu sou uma jovem de 22 anos, formada, mas que ainda é vista como a menininha da família da minha mãe. Não estou reclamando, estou apenas constatando e analisando um fato.
Eu realmente gargalho quando ouço algumas destas recomendações:
- "Não assista 'tal' filme, tem coisas pornográficas nele!"
- "Você não pode ver isso!"
- "Tampe os ouvidos."
- "Procure contos eróticos pra mim, e imprima, mas não leia."
Desculpa tia...
Mas essa recomendação foi mesmo muito engraçada.

(E bem impossível de ser cumprida) 

Claro que este tipo de coisa não são ditas ao meu irmão, um ano mais novo.
Enquanto espera-se que eu encontre UM "príncipe encantado", meu irmão é incitado a ser um galanteador - e ser assediado por muitas, é motivo de orgulho.
Uma garota comprar camisinhas é sinal de que ela é uma devassa, um garoto comprar camisinhas é sinal de que ele é consciente de seus atos.
E é óbvio que tudo isso tem a ver com a idiotice do "machismo x feminismo" que eu citei no post anterior.

Mas, me diga minha amiga, tem como olhar isso
e pensar APENAS numa coceira nas costas?
Go Alex! (quem assiste True Blood me entendeu)

Eu acho muito mais interessante que nós, como pessoas, demos abertura para conversar sobre sexo com todos - seja menino ou menina - sem barreiras, sem meio termos e sem ter medo que "conversas sobre sexo" tenham um vínculo com "conversa sobre putaria".
Acredito que esse é o maior "erro" de grande parte dos tutores: Achar que ao falar sobre sexo vai estar falando sobre putaria e não informando.
Há também um outro medo - esse com relação às meninas: Quanto mais ela souber sobre sexo, mais incitada ficará a fazer.
Claro que há modos e modos de abordar o assunto de acordo com a idade, mas "meninas" são pessoas que vão crescer - com desejos e instintos - e que vão fazer sexo tendo muita ou pouca informação sobre isso.
Não adianta querer proteger demais, as coisas serão descobertas de uma forma ou de outra.
Não é mesmo, Sandy?



Sandy, se algum dia você vir isso, não me processa. Eu sou pobre e foi só uma piada. HAHAY!



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

domingo, 18 de março de 2012

Ônibus

Entro no ônibus e sento naquelas cadeiras "solitárias". Encosto minha cabeça na janela, sinto o vento no rosto, meus cachos balançam, observo o céu. Amo quando estou sentada na janela e o dia está frio, e o cheiro do ar muda anunciando a chuva que vem, amo a paz que sinto nesse momento... 
É uma coisa tão trivial e ao mesmo tempo tão curiosa... E nessa hora um "tio" entra no ônibus e esbarra em mim. Me faz lembrar que estou em pé, no meio de um ônibus lotado, sem nenhuma "cadeira solitária" para sentar, sem janela para encostar a minha cabeça e com um sol escaldante lá fora.

Continuo me segurando fortemente aos ferros para não ser arremessada ao para-brisa por causa das freagens bruscas que o motorista dá. Tento não me concentrar no fato de que nos momentos das freagens, sempre tem alguém que grita para o motorista: "Você está levando pessoas! Não somos bois não, seu féla da puta!"
Tento apenas voltar a pensar na paz que sinto quando a chuva vai começar a cair, em como não vou fechar a janela e vou adorar sentir os pinguinhos iniciais batendo no meu rosto. Ahhh, como eu AMO a chuva.
Então eu lembro de como gosto de andar sem nenhuma preocupação pela rua enquanto a chuva cai, de como me sinto renovada depois de um banho de chuva e de como tenho a sensação de que tudo fica mais puro.
E nesse momento "o tio", o mesmo que entrou no ônibus e esbarrou em mim, se posiciona de costas para as minhas costas e "cola" a bunda dele na minha.

"Ôpa... Que estranho... Mas o ônibus está lotado, e poderia ser 'pior', né?"
Resolvi "separar" as minhas costas da dele, e ele novamente veio e colocou a bunda dele totalmente encostada na minha.
"Talvez ele precise de mais espaço..."
Me afastei novamente, e mais um vez ele encostou a bunda na minha. Me afastei pela terceira vez, e, batata!, lá vem ele e sua bunda maldita.
Fiquei na dúvida... Não sabia se virava e dizia "Como assim, tio? Bundinha com bundinha, assim, logo de cara? Sem nem chamar para um jantarzinho antes??" ou se dava uma cotovelada nas costelas do infeliz para me livrar daquele "acocho romântico" às 7h.
Pelo sim, pelo não, resolvi que inicialmente iria me virar e pedir um pouco de espaço para a minha bunda respirar. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Caso isso não resolvesse, iria ter confusão.


Botei minha melhor cara de "Paola Bracho brava por ter levado uma topada" e me virei. Quando ia abrir minha boca, o tio se mandou para o fundo do ônibus. ALELUIA!

Nem ligo de usar o transporte público, até gosto, na verdade. É interessante conseguir observar as pessoas. O que não gosto é de transporte público lotado e dessas pessoas sem noção. Um negrão musculoso ninguém quer acochar, né? 



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Diálogos cotidianos - Mosquito da dengue

Essa foi hoje pela manhã.

6:30, andando pelo quintal, sinto um inseto me picar e parece ter sido o Aedes aegypti.
Entro em casa e comento com minha mãe:

- Acho que fui picada pelo mosquito da dengue.  








- O mosquito da dengue te picou?! - pausa - Por quê?


Seriously?


- Esqueci de perguntar antes de dar o tapa. Mas deve ter me picado por eu ser gostosa.












Tem como não responder com ironia a uma coisa dessas??
Eu com medo de estar infectada com a Dengue e ela querendo saber por que o mosquito me picou.

Percebem que a pergunta da minha mãe e as do meu irmão têm o mesmo nível?
Pois é, minha gente... Seleção natural... Apenas os melhores genes conseguem sobreviver, né? Ahan, sei...
Coisa louca... Nem Freud explica.


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Diálogos cotidianos - Os Ronalds

Dia de chuva e meu irmão resolve assistir "A arte do insulto" de Rafinha Bastos, para passar o tempo.
Em determinado momento, Rafinha começa a falar sobre o sonho que ele tinha em ser ator pornográfico, e que não via sentido em ser ator pornô e ser casado. Afinal, quando chegasse em casa, a esposa iria querer transar, mas ele já teria passado o dia todo transando com mulheres gostosas.
Ele finaliza com: Seria a mesma coisa que oferecer um hambúrguer para o Ronald.

Nesse momento, meu irmão dá uma pausa no DVD, olha pra mim, e pergunta:

- "Ronald", o filho de Ronaldo, né?



Sério??
Eu gargalhei tanto... Ri mais com isso do que com a piada. Tudo bem que não frequentamos o McDonald's, mas, poxa...

Não, eu juro que ele não faz isso de propósito. Ele nem tem ideia que eu publico as pérolas dele no blog. kkkkkkk

Mas, como seria Ronald (filho de Ronaldo Nazário) trabalhando no Mc?

"Oi, eu sou Ronald Mcdonald. Vai um hambúrguer?"


*Imagens: Twitter e Google Images.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Perspectivas sobre um turismólogo

Vim dar o ar da graça, porque estou me sentindo uma malandra. "Rá!"
Alguém entendeu? Hein, hein, hein?

Ainda não vai ser  dessa vez que vou elaborar um post digno, mas ele vai sair. A ideia sobre o que escrever já existe.
Enfim: Vim dar "sartisfação" sobre minha pessoa. Finalmente meu baby não corre risco de morte, e está  90% saudável. Quero agradecer a todos que passaram por aqui e deixaram seu carinho - mesmo que não tenham comentado. Então vocês merecem uma satisfação, não é?? Como ele já está bem, e tudo já está praticamente resolvido, volto com as postagens regulares muito em breve. A demora é apenas a de construir o texto.
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Quem leu o "Sobre a autora" viu que sou turismóloga. Pelo amor de Deus, EU NÃO SOU GUIA DE TURISMO; sou uma planejadora, uma administradora do espaço turístico e de muitas outras coisinhas que se correlacionam ao turismo. No mais, vim compartilhar uma tirinha que fiz num momento de inspiração sobre as diversas perspectivas que se formam a respeito de um turismólogo.


É gente, falo com conhecimento de causa. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Diálogos cotidianos III



Um dos diálogos que ocorreram numa tarde de sol - em pleno inverno:




(irmão no quarto, mãe na área de serviço)

Irmão: - Manhê! O inverno acabou, foi?
Mãe: - O inferno?!
Irmão: - Não, o INVERNO!
Mãe: - Hã?!
Irmão: - InVERno!
Mãe: - Ah, não acabou não!
Irmão: - O quê??! Acabou não?!
Mãe: - NÃÃO!
Irmão: - Tá! Não precisa gritar!
Mãe: - Hã?!


Porque não basta conversar bobagem, tem que ser surdo também! E assim caminha a humanidade. 


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O que te traz aqui?

Oi, você chegou aqui pelo Twitter? Pelo Blogger? Pelo Feedburner? Dihhit? Facebook? Google?

Eu nunca tinha parado para pensar como, exatamente, as pessoas chegam até aqui, até o blog. Foi então que, na aba "Estatísticas", me deparei com as palavras-chave usadas por algumas pessoas.
Eu não sabia se ria ou se chorava.

Aqui vão algumas: 

"14 anos seios"
Meu amigo, aqui você não encontra fotos dos seios de ninguém. Mas caso ainda queira ver fotos dos seios das menininhas, lhe aconselho visitar três sites muito legais e cheios de "conteúdo interessante" (se é que você me entende..):  AQUIAQUI e AQUI. Divirta-se! :D 


"Crianças a fugir assustadas"
Tipo: "Oi?" Apesar de que, do jeito que as coisas andam, é melhor que as criancinhas fujam mesmo. Corram para as montanhas e não olhem para trás.


"Imagens para Facebook de pessoas sozinhas"
Ah, a língua portuguesa, essa safada...

A frase tem sentido dúbio: Tanto pode ser interpretada como tendo o sentido de "Imagens para utilizar no Facebook de pessoas solteiras" quanto ter o sentido de "Imagens de pessoas solitárias, para utilizar no Facebook".


"Diferenças derivadas das situações de vida"

PARA TUDO! PARAA TUUUDOO!
Está certo, eu admito que "viajo" em alguns posts. Mas como é que a pessoa teve a capacidade de bolar esta frase? E mais: Como é que que o Google trouxe essa pessoa pra cá através desta frase?
Alguém pegue o meu Diazepam? Nunca tomei esse remédio, mas depois do Google me dar uma pista sobre como anda a minha "capacidade mental", vou começar a tomar.



É melhor encerrar o post antes que eu comece a postar coisas sem sentido numa terra distante onde todos os peixes comiam laranjas azuis que digitavam com a língua quando a princesa morreu. Ixi!




Viu sites ou páginas com conteúdo pornográfico infantil? DENUNCIEhttp://denuncia.pf.gov.br/

domingo, 18 de dezembro de 2011

Filhos? Não, obrigada.


Mamães e aspirantes a mamães, o post de hoje é um desabafo MEU, portanto, não se assustem com um possível "soco no estômago".

Quando citei 13 coisas aleatórias sobre mim, uma delas era sobre eu não querer ter filhos.
Muitas mulheres desde criança sonham com o "príncipe encantado" e com os filhinhos desta relação.
Já eu, sempre sonhei com o tão falado príncipe, porém nunca quis o combo "príncipe + filhos".

Enquanto a maioria das bonecas das meninas eram as "filhinhas" delas. Eu achava um saco brincar de boneca, e quando brincava, a personagem que a boneca encenava era como amiga minha.
Lembro que existia a Barbie grávida, minha mãe comprou pra mim e a primeira conversa que eu tive com a boneca foi: "Poxa, tá nova pra ter filho, né?"

Eu cresci e ainda assim não desejando ter filhos.
Ano passado ou retrasado, eu sonhei que estava grávida, um barrigão. O desespero foi ENORME. No sonho eu chorava tanto, TANTO; dizia que nunca sonhei em ter filhos, e que quando ele nascesse eu iria dar a criança para a adoção. O sonho foi tão real que eu acordei aos prantos procurando a barriga que, felizmente, não existia (ao menos, não com uma criança dentro hehehe).

O que me chateia é o fato das pessoas não entenderem isso. As pessoas pensam que o fato de eu gostar de crianças (dos outros) quer dizer que eu quero ter uma pra mim. O que eu teria de fazer? Maltratar os pequenos?
E as pessoas - tanto da família quanto de fora dela - perguntam quando eu vou casar (alow, talvez eu case NUNCA, e mesmo assim, ainda vou fazer 22) e ter filhos.

Minha avó vive dizendo: "É porque você nunca se apaixonou perdidamente por ninguém". Desculpa aí vó, mas já me apaixonei loucamente sim e me imaginava velhinha ao lado DELE, sem filhos nem netos para serem "o fruto do nosso amor."

A pressão com mulheres que não querem filhos é tanta, que você tem vontade de ir à público e dizer: Me desculpem por eu ser uma vadia egoísta que não quero ceder o MEU útero para atender aos desejos da sociedade.
Acredito que a lógica que as pessoas usam é: "Se homem não quer casar e ter filhos, ok. Nasceu mulher, tem a missão de casar e ter filhos."
E se você diz que não quer ter filhos, o pensamento é: "Como assim? Deus lhe deu um útero para gerar uma criança."

As pessoas têm que abrir a cabeça! Acredito em Deus, mas não é Ele que vai engordar, deixar de ver os pés, parir, ter 4 horas de sono por noite, aguentar choro estridente da madrugada, limpar merda, e depois de tudo ainda ser xingado quando o pestinha virar adolescente.
O que eu mais vejo por aí são mulheres que não têm vocação para serem mães, mas o são por diversos fatores, menos por quererem ter seus próprios filhos. Como eu sei disso? Elas são iguais a mim: Adoram os filhos DAS OUTRAS PESSOAS; adoram brincar com a criança perfumadinha, arrumada, limpa e alimentada, mas a hora mais feliz é a de entregar a criança aos devidos responsáveis.

Não saio por aí atirando pedras em quem tem ou quer ter filhos, é direito de cada um; não vejo nada de mau no planejamento familiar. Porém, pra mim o negócio é o seguinte: Ter filhos, atualmente, é um "ato de egoísmo". Afinal, as pessoas colocam as crianças no mundo para satisfazerem seus sonhos, suas vontades; para dar um novo fôlego ao casamento, para ter alguém que cuide de você na velhice, para dar o neto que seus pais almejam, o sobrinho que seu irmão deseja, para receber o "Bolsa Família"... Em fim, os motivos são muitos. Mas e a criança? Quem pensa NA CRIANÇA? Quem pensa que ela está vindo para um mundo onde a violência só aumenta, onde os recursos naturais estão se esgotando, onde ela vai sofrer pra acordar as 6:00h pra ir à escola, sofrer por amor, sofrer pra arrumar emprego, sofrer pra construir o próprio caminho? NINGUÉM pensa nisso. Ou melhor, QUASE ninguém.

Portanto, futuro filho que eu não vou ter, mesmo não querendo te conhecer, saiba que eu te amo e por isso estou lhe poupando de um monte de coisas.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Blog subestimado nosso de cada dia



Bom, esse blog está longe de ser popular, muito longe de me dar lucros, e ainda mais longe de fazer o "príncipe encantado" se encantar pelo que escrevo e sair de um buraco qualquer que exista no mundo só para me conhecer; MAS, eu confesso que subestimei esse blog.

Pra mim, blog sempre foi o seguinte: Pessoas que moram longe tendo acesso ao que eu escrevo.
Olhando as estatísticas do blog - tanto através do próprio Blogger quanto pelas estatísticas do Google Analytics e do SiteMeter - há pessoas que me visitam do Brasil (óbvio), dos Estados Unidos, Espanha, Portugal, Itália, Angola, Suécia, Holanda, e por aí vai. Claro que eu fico feliz com isso. Afinal, não foi a toa que eu coloquei a caixinha de tradução de idioma aí na barra lateral.
Entretanto, nunca me surpreendi com a visita de estrangeiros; apesar de eu não divulgar o blog por todos os cantos da internet.
É que eu sempre imaginei que meu blog estivesse no limbo da internet - afinal, ele é mais um em meio a milhares - e que nos passeios pela internet, os estrangeiros achassem o blog por acaso, lessem algo e "tchau".

Como falei, eu não divulgo muito o meu blog pela blogosfera. Não faço o uso de "comentários a qualquer custo", ou seja: eu não saio por aí copiando e colando o mesmo comentário em vários blogs com o típico:
 "Nossa, que postagem interessante, você escreve muito bem, tudo aqui é lindo. Adorei o seu blog, me visita! http://..."
Eu entro em blogs, leio o conteúdo, se eu gostar do blog, passo a seguir; e comento apenas em posts com os quais eu me sinto confortável e queira deixar opiniões sobre o tema. Não espalho o meu link. Gosto que a pessoa se sinta confortável em retribuir a visita ou não.

Porém, semanas atrás fiquei surpresa ao saber que uma vizinha visita o meu blog, E GOSTA (olá, Renata!). O irmão dessa vizinha, idem (olá, Thiago!). Segunda-feira fiquei super surpresa ao encontrar a coordenadora do meu curso de Turismo - que eu não via desde março - e ela me dizer: "Eu leio o seu blog, viu? De vez em quando eu entro nele e dou umas boas risadas. Sempre gostei muito do seu jeito de escrever."

Vocês não podem imaginar a minha surpresa, pois apesar de eu compartilhar as postagens no Facebook, nunca acreditei que pessoas que me conhecem pessoalmente se interessariam em ler o que eu escrevo. Aí me pergunto, sou louca por pensar assim?

Talvez, no final das contas, eu esteja simplesmente subestimando a mim mesma.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pedacinhos de felicidade


"Felicidade" é uma coisa muito subjetiva. A pessoa pode SER feliz, mas NÃO ESTAR feliz por algum motivo. Assim como é possível que alguém NÃO SEJA feliz, mas ESTEJA feliz por algo.
Seja lá como for, é importante reconhecer os "pedacinhos de felicidade" quando eles acontecem:

Barulho de molho fervendo, cheiro de cana-de-açúcar queimando, travesseiro fofinho, banho tomado, gato se enroscando entre as pernas, frio da manhã, pássaros livres, dormir abraçado, cheiro de bebê até 1 ano, gargalhada da pessoa amada, andar na chuva, cantar no chuveiro, beijo de vó, reconciliações, xícara de café com um bom livro, escrever, dormir ouvindo o som da chuva, ler para uma criança, afagar um animal, ouvir a voz de quem você sente saudade, SMS de amigos durante a madrugada, raspar a massa do bolo de chocolate do fundo da panela, andar de mãos dadas num passeio noturno, som de água.



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Diálogos cotidianos II

Essa aconteceu final de 2010 com meu irmão (jura?) enquanto ele estava na Bahia durante 3 meses numa missão do exército, fazendo o mapeamento do interior do estado para saber exatamente onde termina a Bahia e começa Minas Gerais.

Ele chegou aqui contando as aventuras dele e uma das coisas que viu foi uma cidadezinha onde todos os nomes dos estabelecimentos estavam escritos errados. Erros que iam desde acentos que faltavam - ou que estavam presentes mesmo quando não existiam na palavra - até palavras que não faziam sentido.

Ele, o capitão e os outros soldados observavam de dentro dos carros de combate do exército essa estranha coincidência; até que passaram por uma farmácia onde se lia na parte superior da porta de entrada: "Farmácia Águia de Ouro".
O capitão fez questão de parar o carro e descer para cumprimentar o dono da farmácia por ser o único a ter usado uma gramática perfeita.

Diálogo entre o capitão e o dono da farmácia:

- Olhe, parei aqui só pra apertar sua mão e dar os parabéns!
- Por quê?
- Sua farmácia é o único estabelecimento que eu vi o nome escrito corretamente, até agora, neste município. Todos os acentos no lugar certo: "Farmácia Águia de Ouro."
- Não moço, (escrevo agora do mesmo jeito que o dono pronunciou) é "Farmácia AgÚia* de Ouro".

*"AgÚia" = Agulha


Tá legal, depois de rir, só tenho mais uma coisa pra dizer: É uma PENA que o Brasil ainda seja um país que a boa educação escolar não esteja acessível a todos.

PS: Sim, é verídico.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

domingo, 27 de novembro de 2011

Amor felino

*Para ver a imagem ampliada, clique sobre ela.

Hoje lhes apresento o amor da minha vida, o meu eterno bebê, a criatura mais fofa de todos os tempos:
Meu gato Dengoso (é, o nome dele é "Dengoso").
Prazer, meu nome é Dengoso!

Como falei há duas postagens atrás, ele irá fazer 5 anos em 22 fevereiro de 2012. E ele foi adotado; tem gente que compra animais, mas eu não acho - tanto vender quanto comprar - uma atitude legal, do mesmo jeito que não acho legal a compra e venda de crianças. Bem, Dengo-dengo é a minha eterna criança.

É, eu sou a criança dela. =D

A história dessa lindeza é comovente e feliz ao mesmo tempo:

A mãe do meu gato era de um casal de vizinhos. Num dos passeios da gata, "pessoas" nojentas - que eu espero que morram da pior jeito e da forma mais lenta possível - apedrejaram a bichinha.
Ela ainda conseguiu voltar pra casa, mas nada pôde ser feito. Ela já estava morrendo, e estava prenha!

Os donos ficaram ao lado dela neste momento e no mesmo instante em que ela morreu - para salvar os gatinhos - os donos abriram a barriga dela com uma faca e salvaram os 4 filhotes, que foram alimentados pelo casal durante 2 meses por uma seringa com leite de vaca diluído.
Em seguida os vizinhos procuraram alguém que quisesse adotar os gatos e um deles minha mãe pegou. E é essa coisa maravilhosa que eu tenho hoje, meu Dengo.
Dormir num tarde tediosa. Algo melhor?
Ele não fica pela rua e tem uma coleirinha roxa - daquelas que prendem pelo pescoço e pelo tórax - que ele usa para passear pelo quintal ou quando levamos ele pra dar uma volta pela frente de casa. 
Super bonzinho pra tomar vacinas.
Ele dorme comigo.
Entende quando eu digo "Não", "Sobe", "Desce", "Toma", "Vem/'bora'" e entende cada um dos apelidos dele E RESPONDE.
Fica na porta do banheiro esperando eu terminar de tomar banho.
Se eu grito (seja lá por qual motivo for) ele vem ficar perto de mim.
Agora me digam: Tem como não amar?

Em fim, espero que tenham gostado de conhecer o meu bebê.
Tchau gente!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Nem tudo está perdido

Finalzinho de setembro, no início da noite, presenciei um milagre:




Duas meninas e um menino conversando; todos na faixa entre 13 e 14 anos. O menino estava falando para uma das meninas que "se for mulher, ele come. Não importa quem seja". E a menina continuava a conversa perguntando: "Mas tu já pegou nos peitos de quem?"
(É, eles não sabiam que eu estava ouvindo)
A outra menina, que até então estava calada, disse: "Olhem, vocês parem de falar esse tipo de coisa na minha frente, ainda sou pequena."
E os dois mudaram a conversa.



Será que nem tudo está perdido?

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Diálogos cotidianos I

Furtaram a bicicleta do meu vizinho, no final de outubro. Ele chegou em casa às 6h (manhã), deixou a bicicleta na calçada e foi fazer algo lá dentro, demorou uns poucos minutos, e quando saiu  da casa um rapaz havia acabado de sentar e estava começando a pedalar.
Meu vizinho ainda tentou impedir, mas o cara simplesmente pedalou mais rápido.

Minha mãe foi contar a notícia para o meu irmão:

- Jr., um ladrão levou a bicicleta do vizinho.
- Sério?! Pra onde?!
Juro que gargalhei.

Quem achou que meu irmão tem 7 anos, errou. Quem achou que ele tem 12, também errou. Meu irmão é apenas 1 ano mais novo que eu; ele tem 20 anos!

Só peço uma coisa: Por favor, não julguem a minha inteligência baseada na do meu irmão, ok?

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.
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