segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Em meio a uma batalha

Olá a todos.
Quem lê o blog constantemente sabe que o atualizo regularmente.
Porém há quase 2 semanas estou em meio a uma batalha:
Meu filho, meu bebê, meu gato, está bem doente. Primeiro apareceu um caroço, depois um remédio fez mal ao estômago, depois vômitos, mais vômitos, soro na veia, remédios que não fazem efeito, noites em claro, idas ao Hosp Veterinário, mais vômitos, noites em claro, exames, vômitos, soro na veia, remédios que não fazem efeito, ...

Em fim... Ele vem primeiro que o blog, afinal, estou tentando salvar uma vida. Eu espero conseguir, porém estou naquele momento em que quero que ele fique bom, ou então que este sofrimento acabe de vez. Quarta-feira fazem DUAS SEMANAS que passamos por isso. Imaginem o meu desespero. Só choro dia e noite.

Então é isso: Me desculpem o sumiço. Só volto quando isso tudo estiver resolvido, tenha lá o desfecho que tiver.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Filhos? Não, obrigada.


Mamães e aspirantes a mamães, o post de hoje é um desabafo MEU, portanto, não se assustem com um possível "soco no estômago".

Quando citei 13 coisas aleatórias sobre mim, uma delas era sobre eu não querer ter filhos.
Muitas mulheres desde criança sonham com o "príncipe encantado" e com os filhinhos desta relação.
Já eu, sempre sonhei com o tão falado príncipe, porém nunca quis o combo "príncipe + filhos".

Enquanto a maioria das bonecas das meninas eram as "filhinhas" delas. Eu achava um saco brincar de boneca, e quando brincava, a personagem que a boneca encenava era como amiga minha.
Lembro que existia a Barbie grávida, minha mãe comprou pra mim e a primeira conversa que eu tive com a boneca foi: "Poxa, tá nova pra ter filho, né?"

Eu cresci e ainda assim não desejando ter filhos.
Ano passado ou retrasado, eu sonhei que estava grávida, um barrigão. O desespero foi ENORME. No sonho eu chorava tanto, TANTO; dizia que nunca sonhei em ter filhos, e que quando ele nascesse eu iria dar a criança para a adoção. O sonho foi tão real que eu acordei aos prantos procurando a barriga que, felizmente, não existia (ao menos, não com uma criança dentro hehehe).

O que me chateia é o fato das pessoas não entenderem isso. As pessoas pensam que o fato de eu gostar de crianças (dos outros) quer dizer que eu quero ter uma pra mim. O que eu teria de fazer? Maltratar os pequenos?
E as pessoas - tanto da família quanto de fora dela - perguntam quando eu vou casar (alow, talvez eu case NUNCA, e mesmo assim, ainda vou fazer 22) e ter filhos.

Minha avó vive dizendo: "É porque você nunca se apaixonou perdidamente por ninguém". Desculpa aí vó, mas já me apaixonei loucamente sim e me imaginava velhinha ao lado DELE, sem filhos nem netos para serem "o fruto do nosso amor."

A pressão com mulheres que não querem filhos é tanta, que você tem vontade de ir à público e dizer: Me desculpem por eu ser uma vadia egoísta que não quero ceder o MEU útero para atender aos desejos da sociedade.
Acredito que a lógica que as pessoas usam é: "Se homem não quer casar e ter filhos, ok. Nasceu mulher, tem a missão de casar e ter filhos."
E se você diz que não quer ter filhos, o pensamento é: "Como assim? Deus lhe deu um útero para gerar uma criança."

As pessoas têm que abrir a cabeça! Acredito em Deus, mas não é Ele que vai engordar, deixar de ver os pés, parir, ter 4 horas de sono por noite, aguentar choro estridente da madrugada, limpar merda, e depois de tudo ainda ser xingado quando o pestinha virar adolescente.
O que eu mais vejo por aí são mulheres que não têm vocação para serem mães, mas o são por diversos fatores, menos por quererem ter seus próprios filhos. Como eu sei disso? Elas são iguais a mim: Adoram os filhos DAS OUTRAS PESSOAS; adoram brincar com a criança perfumadinha, arrumada, limpa e alimentada, mas a hora mais feliz é a de entregar a criança aos devidos responsáveis.

Não saio por aí atirando pedras em quem tem ou quer ter filhos, é direito de cada um; não vejo nada de mau no planejamento familiar. Porém, pra mim o negócio é o seguinte: Ter filhos, atualmente, é um "ato de egoísmo". Afinal, as pessoas colocam as crianças no mundo para satisfazerem seus sonhos, suas vontades; para dar um novo fôlego ao casamento, para ter alguém que cuide de você na velhice, para dar o neto que seus pais almejam, o sobrinho que seu irmão deseja, para receber o "Bolsa Família"... Em fim, os motivos são muitos. Mas e a criança? Quem pensa NA CRIANÇA? Quem pensa que ela está vindo para um mundo onde a violência só aumenta, onde os recursos naturais estão se esgotando, onde ela vai sofrer pra acordar as 6:00h pra ir à escola, sofrer por amor, sofrer pra arrumar emprego, sofrer pra construir o próprio caminho? NINGUÉM pensa nisso. Ou melhor, QUASE ninguém.

Portanto, futuro filho que eu não vou ter, mesmo não querendo te conhecer, saiba que eu te amo e por isso estou lhe poupando de um monte de coisas.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Blog subestimado nosso de cada dia



Bom, esse blog está longe de ser popular, muito longe de me dar lucros, e ainda mais longe de fazer o "príncipe encantado" se encantar pelo que escrevo e sair de um buraco qualquer que exista no mundo só para me conhecer; MAS, eu confesso que subestimei esse blog.

Pra mim, blog sempre foi o seguinte: Pessoas que moram longe tendo acesso ao que eu escrevo.
Olhando as estatísticas do blog - tanto através do próprio Blogger quanto pelas estatísticas do Google Analytics e do SiteMeter - há pessoas que me visitam do Brasil (óbvio), dos Estados Unidos, Espanha, Portugal, Itália, Angola, Suécia, Holanda, e por aí vai. Claro que eu fico feliz com isso. Afinal, não foi a toa que eu coloquei a caixinha de tradução de idioma aí na barra lateral.
Entretanto, nunca me surpreendi com a visita de estrangeiros; apesar de eu não divulgar o blog por todos os cantos da internet.
É que eu sempre imaginei que meu blog estivesse no limbo da internet - afinal, ele é mais um em meio a milhares - e que nos passeios pela internet, os estrangeiros achassem o blog por acaso, lessem algo e "tchau".

Como falei, eu não divulgo muito o meu blog pela blogosfera. Não faço o uso de "comentários a qualquer custo", ou seja: eu não saio por aí copiando e colando o mesmo comentário em vários blogs com o típico:
 "Nossa, que postagem interessante, você escreve muito bem, tudo aqui é lindo. Adorei o seu blog, me visita! http://..."
Eu entro em blogs, leio o conteúdo, se eu gostar do blog, passo a seguir; e comento apenas em posts com os quais eu me sinto confortável e queira deixar opiniões sobre o tema. Não espalho o meu link. Gosto que a pessoa se sinta confortável em retribuir a visita ou não.

Porém, semanas atrás fiquei surpresa ao saber que uma vizinha visita o meu blog, E GOSTA (olá, Renata!). O irmão dessa vizinha, idem (olá, Thiago!). Segunda-feira fiquei super surpresa ao encontrar a coordenadora do meu curso de Turismo - que eu não via desde março - e ela me dizer: "Eu leio o seu blog, viu? De vez em quando eu entro nele e dou umas boas risadas. Sempre gostei muito do seu jeito de escrever."

Vocês não podem imaginar a minha surpresa, pois apesar de eu compartilhar as postagens no Facebook, nunca acreditei que pessoas que me conhecem pessoalmente se interessariam em ler o que eu escrevo. Aí me pergunto, sou louca por pensar assim?

Talvez, no final das contas, eu esteja simplesmente subestimando a mim mesma.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

13 às terças: Musicas internacionais para ouvir a dois



Lista bem diversificada e com alguns cantores desconhecidos do grande público, então deem uma chance para as músicas que não conhecem e ouçam cada uma pelo menos até a metade.
Têm músicas para diversas situações: Desde aquelas para ouvir juntinhos durante um jantar, passando por aquelas para os momentos "quentes", até as que são legais para ouvir ao acordar ao lado da pessoa amada.


13 músicas internacionais "gostosinhas" para ouvir a dois
  1. Sexy Boy - Air
  2. Secret - Maroon 5
  3. Between two points - The Glitch Mob
  4. Closer - Kings of Leon
  5. I don't live in a dream - Jackie Greene
  6. Love will come through - Travis
  7. Luna - Alessandro Safina
  8. Teardrop - Massive Attack
  9. Queer - Garbage
  10. Soldier of love - Pearl Jam
  11. With arms wide open - Creed
  12. Winter - Tom Third
  13. Evolution Revolution Love - Tricky

Agora vai, pega o namorado - ou namorada - e coloca as músicas listadas acima pra tocar. A lista funciona! kkkkkkk
A lista inicialmente tinha 17 itens - e contando -, mas o jogo é uma lista de "apenas" 13 coisas. Pelo jeito uma nova lista com o mesmo tema será montada num futuro próximo, o que acham? Sugestões de músicas são bem-vindas!

Pra quem gosta do estilo - que eu chamo carinhosamente - "música de motel", indico Barry White.
Não sabe o que eu estou querendo dizer com "música de motel"??

Never, never gonna give you up - Barry White
Can't get enough of your love baby - Barry White
Just the way you are - Barry White


Veja como a vida pode ser irônica: um cantor negro americano se chama Barry White, um ator branco de comédias americanas se chama Jack Black e um "cantor" brasileiro feio se chama Belo.
Quando eu digo que nada faz sentido, as pessoas não concordam.

Voltando: E tem a clássica:
Je t'aime... moi non plus - Jane Birkin & Serge Gainsbourg


Ganhei selo de Ricky. =D

Regras:
Responder "Qual o seu maior sonho e o que você faz para conquistá-lo?"
Ah, não tenho sonhos muito audaciosos... Eu só quero dominar o mundo. Hehe
Eu quero ter saúde e ficar rica trabalhando com o que amo: Homens bonitos Escrita.

Oferecer esse selinho para 12 blogs amigos:
Qualquer um que estiver nesta lista, sinta-se à vontade para pegar o selo.

Linkar quem me indicou:
Ali em cima!

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Rivalidade e futebol: Discutir vale a pena?


Antes de qualquer coisa: Ricky deixou comentário informando que minhas atualizações não têm aparecido no painel do blogger; fico "feliz" em saber que o problema no blogger não é só na minha conta. Eu sigo muitos blogs, mas no meu painel, muitas vezes, só aparecem as atualizações de uns 3 ou 4. Ah, pra quem me segue mas não recebe minhas atualizações pelo painel: Clica ali na barra lateral para "Curtir" no Facebook, ou inscreva-se no feed para receber as postagens no seu e-mail.
Agora vamos ao que interessa!

Eu sou muito tranquila quanto a jogos, principalmente sobre futebol. Não sou "fanática" pois encaro o esporte como algo que tem que me divertir, me entreter; e esse negócio de ser tão cega de amor por um time, ao ponto de não pensar duas vezes antes de entrar numa briga - seja por agressão física ou verbal - é a maior babaquice.
Claro que eu vibro, grito gol, xingo a TV, mas só. Sim, eu conheço as regras e sei o que é um impedimento; não sou daquelas tontas que só assistem o jogo porque "é meu namorado o verdadeiro torcedor", não eu.

Vamos ao ponto:
Aqui em Pernambuco há os três maiores times: Náutico, Santa Cruz e Sport (é pra esse que eu torço).
Em 2011 o Sport teve a chance de ganhar o hexa estadual, mas perdeu para o Santa Cruz.
Claro que fui motivo de piada entre os amigos torcedores dos times rivais, mas nem ligo; jogo, caso alguém não saiba, é assim: Um dia você ganha, no outro pode perder e no outro ganha de novo.

Meu pai torce para o Santa Cruz, e num desses momentos em que é legal tirar sarro da cara do torcedor contrário, ele começou a falar com um amigo, torcedor do Sport, logo após o Sport ter perdido o estadual:

- Cadê o hexa do Sport?
- Mas o Sport é penta!
- Isso é passado! Falo do presente. No presente o Sport perdeu pra o Santa. E aí? Tem o que pra dizer?

Pobre do rapaz, que não soube o que dizer.
Eu ouvi o diálogo, mas não me meti e não foi por falta de resposta. Eu poderia ter dito simplesmente:

- Ok. Pai, não quer falar do passado? Vamos falar do presente: Meu time NUNCA caiu para a série C; mas e quanto ao seu time? Como anda a expectativa pra a SÉRIE D? Sorte o campeonato não ir até a "Série Z", ou então o seu time aprenderia todas as letras do alfabeto.

Sim, eu sei, seria um "fatality". Pena eu achar discussão sobre futebol idiotice.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bullying ou "Como destruir a autoconfiança de uma pessoa"



Post hoje é longuinho, mas vale a pena, já aviso.
Se você está na página individual da postagem, ela aparecerá completa; mas se está na "Home" do blog, eu dividi a postagem em duas partes. Então, se não estiver cansado após ler a primeira parte, clique no "continue lendo este post" ali embaixo, para ler a parte final.

“Bullying” é um termo em inglês que quer dizer basicamente "intimidação", o ato de coagir alguém que aparenta ser “mais fraco” de alguma forma.
Pra mim, há uma diferença entre piada e bullying, e essa onda que surge do "politicamente correto" é um puta saco.
A piada uma coisa que é feita uma vez, duas vezes, depois passa. A pessoa alvo da piada não tem traumas com isso, não se sente um lixo, nem intimidada - apesar de não gostar de ter sido o alvo. Piada sempre ofende alguém de alguma forma, e é essa a parte graçada, mas não quer dizer que a pessoa vai ter danos.
Já o bullying é uma coisa constante, que acontece com o único objetivo de fazer a pessoa se sentir mal, inferior,  e  esta se torna o motivo de chacota permanente de uma pessoa ou grupo e isto tem consequências emocionais, psicológicas e, algumas vezes, físicas.

Quem nunca sofreu bullying que NÃO ATIRE a primeira pedra.
Entre os 14 e os 16 anos eu sofri o tão "famoso" bullying no colégio.
Todos sabem que nestes casos, mesmo que esteja morrendo por dentro, quanto mais descontentamento você deixar transparecer, pior a situação fica.
Eu SEMPRE fui muito tranquila, com um círculo de amizades limitado (por opção minha), mas quando se está no colégio, com aquele bando de babacas que se acham os donos do mundo, sempre surge um apelido aqui... outro ali... “Ah, mas a pessoa que debocha de mim é meu ‘amigo’, né? Então dá para aguentar.”

Mas aí seu “amigo” tem outros amigos que o veem debochando de você, te pegando para Judas, e pronto, acabou-se sua paz.
O fato de ser negro, gordo, usar óculos, aparelho, ter cabelo crespo, ou ser gay - ou qualquer coisa que não se encaixe em padrões imbecis - deixa de passar despercebido e se torna o seu pior defeito.

Eu sempre fui gorda - não gorda ao ponto de chamar todas as atenções para mim - mas era o suficiente para que um grupo de 4 ou 5 alunos me insultassem constantemente; e não só no intervalo do colégio, mas também na saída dele, enquanto eu voltava a pé para casa - com meu amigo gay - e tinha que passar por esse grupo de meninos. Na grandessíssima maioria das vezes eu e meu amigo tentávamos ignorar.

De modo geral, salvo raras exceções - vamos ser francos - , professores não fazem nada a respeito. Portanto, para que providências de fato sejam tomadas é preciso que o aluno demonstre estar MUITO mal com a situação. Mas veja bem, para que a pessoa se sinta muito mal com a situação, a ponto de expor, é necessário que os abusos já venham ocorrendo há um bom tempo e com níveis absurdos de desrespeito. E muitas vezes a pessoa não fala porque ela já passa tanta vergonha sendo massacrada que não quer que mais ninguém saiba disso.

Os agressores não são vistos como agressores, mas sim como os caras mais engraçados da sala/colégio.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

13 às Terças: Séries prediletas

O tempo está passando tão rápido que até parece que eu posto o "13 às terças" umas duas vezes na mesma semana. Que é isso, gente?! Minha nossa, dá pra acreditar que esse é a terceira semana do 13 às terças? 
Tô com medo de qualquer dia desses ir dormir e acordar com 50 anos. 
O_ó

Deixando o papo furado de lado:



Minhas 13 séries preferidas

  1. True Blood (Oi, Eric! Meu coração, não sei porque, bate feliz...)
  2. Game of Thrones (Oi, Jhon Snow! Seu inglês arcaico com sotaque extremamente forte é sexy.)
  3. Queer as Folk (Brian Kinney, vem ni mim, seu lindo!)
  4. The Walking Dead (Sempre atire na cabeça, eles não mais são pessoas.)
  5. Supernatural ("Son of a bitch!")
  6. The big bang Theory ("Bazinga!")
  7. Grey's Anatomy (Ídas, vindas e desencontros.)
  8. Drop Dead Diva (Por que gordinhas também amam e podem surpreender \o/)
  9. House M.D. (talk with me: "Everybody lies" & "people don't change")
  10. The Vampire Diaries (Damon... Damon... Damon...)
  11. Two and a half men (HIP Charlie Harper)
  12. Private Practice (Addison mereceu a credibilidade)
  13. Lie to me (Aprendi MOOOITO)

Conhece alguma dessas séries? Gosta de alguma?
Principalmente: Tem outras séries pra indicar?

PS: "Achei" por acaso um ator brasileiro chamado Fernando Pavão que se parece com Andrew Lincoln (que interpreta Rick Grimes em The Walking Dead).

Clique nas imagens para expandir:






Tá legal, Andrew Lincoln e Fernando Pavão não têm a vibe "Jeffrey Dean Morgan/Javier Bardem" - que parecem irmãos gêmeos separados no nascimento - mas eu acho que Lincoln e Pavão parecem irmãos legítimos.
Sem comparar a beleza de cada um, me respondam: Tem semelhança ou eu estou louca?

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Todo mundo tem um medo

Do antigo blog (08/07/2009):

Não adianta fugir dos nossos temores, do que nos aflige. Simplesmente não adianta.
O medo não é desculpa pra não enfrentar uma situação.
Só se sabe o que teria acontecido em determinada situação quando ela acontece.
Tudo na vida é um risco, a própria é um risco; a diferença é que uns calculam os riscos que estão dispostos a correr, outros não.
André Comte-Sponville escreveu em seu Pequeno Tratado das Grandes Virtudes que “Coragem não é a ausência do medo, é a capacidade de superá-lo, quando ele existe, por uma vontade mais forte e mais generosa.”

Devemos enfrentar os nossos medos, antes que eles resolvam nos enfrentar e, eventualmente, nos peguem desprevinidos.

Ainda lembro quando resolvi enfrentar um dos meus maiores medos: Altura.
Estava num parque de diversões e resolvi ir num brinquedo chamado Discovery, ele deixa todo mundo de cabeça pra baixo girando há uns 20 metros de altura, prendendo-nos apenas pelos ferros da cadeira.
Esperei com os amigos durante uma hora na fila, e quando chegou a minha vez eu tremia, suava, pensei em desistir, mas como já estava lá...

Chegou a hora de enfrentar o meu medo e como o que não me mata me fortalece, lá fui eu: sentei na cadeira, o monitor baixou a primeira trava de segurança. Depois passa o monitor e diz: "Vai ser baixada a segunda trava de segurança, depois que essa for fechada, não dá mais pra desistir."
Fiquei calada mesmo com vontade de gritar "SOCORRO!"; eu estava disposta a enfrentar mesmo.
Ele fechou a segunda trava, e aí sim o desespero veio à tona: Eu chorava feito uma louca, as lágrimas caiam sem eu nem perceber. Uma, duas, três de uma vez.

Quando o brinquedo começou a girar gritei desde "Socorro! Eu vou desmaiar!" até "Eu quero a minha mãe!".
Ao final, com o rosto ensopado de suor e lágrimas, tremendo, ligeiramente sem sentir as pernas - e ainda com medo de altura -, percebi que havia valido a pena, valeu a experiência, a sensação de ter encarado.

Pra muitos um medo é um segredo, pra outros é uma verdade, pra outros, uma mentira; pra uns é algo que aconteceu, já para outros, algo que pode nunca acontecer.
A forma de enfrentar esses medos cabe a cada um decidir, mas uma coisa é certa: é preciso.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pedacinhos de felicidade


"Felicidade" é uma coisa muito subjetiva. A pessoa pode SER feliz, mas NÃO ESTAR feliz por algum motivo. Assim como é possível que alguém NÃO SEJA feliz, mas ESTEJA feliz por algo.
Seja lá como for, é importante reconhecer os "pedacinhos de felicidade" quando eles acontecem:

Barulho de molho fervendo, cheiro de cana-de-açúcar queimando, travesseiro fofinho, banho tomado, gato se enroscando entre as pernas, frio da manhã, pássaros livres, dormir abraçado, cheiro de bebê até 1 ano, gargalhada da pessoa amada, andar na chuva, cantar no chuveiro, beijo de vó, reconciliações, xícara de café com um bom livro, escrever, dormir ouvindo o som da chuva, ler para uma criança, afagar um animal, ouvir a voz de quem você sente saudade, SMS de amigos durante a madrugada, raspar a massa do bolo de chocolate do fundo da panela, andar de mãos dadas num passeio noturno, som de água.



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Diálogos cotidianos II

Essa aconteceu final de 2010 com meu irmão (jura?) enquanto ele estava na Bahia durante 3 meses numa missão do exército, fazendo o mapeamento do interior do estado para saber exatamente onde termina a Bahia e começa Minas Gerais.

Ele chegou aqui contando as aventuras dele e uma das coisas que viu foi uma cidadezinha onde todos os nomes dos estabelecimentos estavam escritos errados. Erros que iam desde acentos que faltavam - ou que estavam presentes mesmo quando não existiam na palavra - até palavras que não faziam sentido.

Ele, o capitão e os outros soldados observavam de dentro dos carros de combate do exército essa estranha coincidência; até que passaram por uma farmácia onde se lia na parte superior da porta de entrada: "Farmácia Águia de Ouro".
O capitão fez questão de parar o carro e descer para cumprimentar o dono da farmácia por ser o único a ter usado uma gramática perfeita.

Diálogo entre o capitão e o dono da farmácia:

- Olhe, parei aqui só pra apertar sua mão e dar os parabéns!
- Por quê?
- Sua farmácia é o único estabelecimento que eu vi o nome escrito corretamente, até agora, neste município. Todos os acentos no lugar certo: "Farmácia Águia de Ouro."
- Não moço, (escrevo agora do mesmo jeito que o dono pronunciou) é "Farmácia AgÚia* de Ouro".

*"AgÚia" = Agulha


Tá legal, depois de rir, só tenho mais uma coisa pra dizer: É uma PENA que o Brasil ainda seja um país que a boa educação escolar não esteja acessível a todos.

PS: Sim, é verídico.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

13 às Terças: Cantores/Bandas nacionais


O tema de hoje foi difícil de decidir, pensei em vários! Em fim, vamos começar o segundo "13 às terças"?

13 cantores/bandas nacionais que gosto

  1. Vanessa da Mata
  2. Adriana Calcanhotto
  3. Marisa Monte
  4. Cazuza
  5. Frejat
  6. Engenheiros do Hawaii
  7. Kid Abelha
  8. Ira!
  9. Legião Urbana
  10. Seu Jorge
  11. Paralamas do Sucesso
  12. Lenine
  13. Charlie Brown Jr.

Droga, deu vontade de fazer uma lista com 20! kkkkkkkk

domingo, 27 de novembro de 2011

Amor felino

*Para ver a imagem ampliada, clique sobre ela.

Hoje lhes apresento o amor da minha vida, o meu eterno bebê, a criatura mais fofa de todos os tempos:
Meu gato Dengoso (é, o nome dele é "Dengoso").
Prazer, meu nome é Dengoso!

Como falei há duas postagens atrás, ele irá fazer 5 anos em 22 fevereiro de 2012. E ele foi adotado; tem gente que compra animais, mas eu não acho - tanto vender quanto comprar - uma atitude legal, do mesmo jeito que não acho legal a compra e venda de crianças. Bem, Dengo-dengo é a minha eterna criança.

É, eu sou a criança dela. =D

A história dessa lindeza é comovente e feliz ao mesmo tempo:

A mãe do meu gato era de um casal de vizinhos. Num dos passeios da gata, "pessoas" nojentas - que eu espero que morram da pior jeito e da forma mais lenta possível - apedrejaram a bichinha.
Ela ainda conseguiu voltar pra casa, mas nada pôde ser feito. Ela já estava morrendo, e estava prenha!

Os donos ficaram ao lado dela neste momento e no mesmo instante em que ela morreu - para salvar os gatinhos - os donos abriram a barriga dela com uma faca e salvaram os 4 filhotes, que foram alimentados pelo casal durante 2 meses por uma seringa com leite de vaca diluído.
Em seguida os vizinhos procuraram alguém que quisesse adotar os gatos e um deles minha mãe pegou. E é essa coisa maravilhosa que eu tenho hoje, meu Dengo.
Dormir num tarde tediosa. Algo melhor?
Ele não fica pela rua e tem uma coleirinha roxa - daquelas que prendem pelo pescoço e pelo tórax - que ele usa para passear pelo quintal ou quando levamos ele pra dar uma volta pela frente de casa. 
Super bonzinho pra tomar vacinas.
Ele dorme comigo.
Entende quando eu digo "Não", "Sobe", "Desce", "Toma", "Vem/'bora'" e entende cada um dos apelidos dele E RESPONDE.
Fica na porta do banheiro esperando eu terminar de tomar banho.
Se eu grito (seja lá por qual motivo for) ele vem ficar perto de mim.
Agora me digam: Tem como não amar?

Em fim, espero que tenham gostado de conhecer o meu bebê.
Tchau gente!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pessoas que amam sozinhas

"As buscas terminam com o encontro dos apaixonados.”                                                                               Shakespeare
Talvez essa frase seja verdade. Talvez seja só bobagem.
Algumas pessoas deixam de amar, assim, do nada. Outras veem o tempo lhe levar a pessoa amada.
Algumas pessoas vivem uma vida toda de amor, até que a morte os separe; outras se amam por uma noite, e isto é o suficiente.

Foi William quem também disse que "o amor é cego", mas esta frase eu sei que é verdade.
Ele só não parou pra pensar num grupo muito seleto de apaixonados: Os que amam sozinhos.
É uma condição unilateral.


E o engraçado é que, quando pensamos em paixão, pensamos em duas pessoas envolvidas num sentimento recíproco.
Mas nem sempre é recíproco, e estas pessoas que vivem nesta condição estão por aí aos montes, amando sozinhas. Algumas destas pessoas podem ser seus vizinhos, ou seus amigos, ou até mesmo seus parentes.

No mais, a única coisa que posso afirmar com convicção sobre esta frase de Shakespeare é que ela não se aplica a mim, pelo menos não atualmente. E até agora vou muito bem, obrigada. Pois, antes de qualquer coisa, ainda vale a premissa: "Antes só do que mal acompanhada."
Mas o amor, que eu acho o mais bonito dos sentimentos, também é o mais cruel: ele pode acabar com suas vítimas mais rápido do que podemos imaginar; porque, geralmente, as pessoas que amam sozinhas  se sentem "mortos-vivos".


É tolice dizer para um apaixonado: "Conforme-se, parta para outra, você está perdendo tempo", pois o único tempo que esta pessoa achará que perdeu foi ter ficado ouvindo esse conselho.
Para superar, muitas vezes, é preciso sofrer. Sofrer bastante até que a pessoa perceba que mergulhar em toda a dor, que relembrar cada momento, de nada vai adiantar. E este é um processo solitário.

Geralmente essas pessoas amam sozinhas no escuro de seus quartos, nos intervalos da faculdade, na solidão de seus escritórios, dentro de ônibus na volta para casa.
Fazem poemas que não divulgam e escrevem cartas que não entregam.
O amor nem sempre é belo, mas ele é transformador de vidas: não há quem tenha vivido um, ainda que solitariamente, e tenha permanecido o mesmo.


Não sou das melhores pessoas para falar sobre amor, muito menos sobre o seu lado belo; mas tenho certeza que todos sabem o que é amor, ainda que tenham conhecido apenas um de seus lados.

PS: Gente, quem melhor ilustraria o texto do que o "casal" Seu Madruga e Dona Clotilde? NINGUÉM!


Para matar a saudade, mais fotos do casalzinho (clique sobre as imagens para expandir):





Foi só imaginação de Chaves, mas vale, né?

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

13 às Terças: Coisas aleatórias sobre mim

Toda terça-feira eu vou fazer uma lista com 13 coisas. O tema muda a cada nova postagem.


O tema de hoje é:


13 coisas aleatórias sobre mim

  1. A maioria aqui no blog me conhece apenas por "Lay". Meu nome completo é Elayne Silva de Santana. (leia-se ElÁyne e não Elâyne).
  2. Tenho 21 anos.
  3. Terminei a graduação aos 20.
  4. Sou turismóloga.
  5. Futura especialista em RH.
  6. Nunca tive um emprego formal (o estágio da graduação não conta) mas vou ter, claro.
  7. Minha avó materna tem 10 filhos, portanto tenho 9 tios maternos (se for contar os tios paternos, o número sobe pra 15).
  8. Sou mãe de um gato que irá fazer 5 anos no dia 22 de fevereiro de 2012.
  9. Amo as cores "vermelho" e "preto".
  10. Detesto as cores "amarelo" e "verde".
  11. Raramente eu não descubro as mentiras alheias, sou quase um "polígrafo".
  12. Não quero ter filhos.
  13. Não repasso "correntes". Nunca. Prefiro correr o risco de bater com o carro (que eu não tenho).

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Nem tudo está perdido

Finalzinho de setembro, no início da noite, presenciei um milagre:




Duas meninas e um menino conversando; todos na faixa entre 13 e 14 anos. O menino estava falando para uma das meninas que "se for mulher, ele come. Não importa quem seja". E a menina continuava a conversa perguntando: "Mas tu já pegou nos peitos de quem?"
(É, eles não sabiam que eu estava ouvindo)
A outra menina, que até então estava calada, disse: "Olhem, vocês parem de falar esse tipo de coisa na minha frente, ainda sou pequena."
E os dois mudaram a conversa.



Será que nem tudo está perdido?

sábado, 19 de novembro de 2011

"Te amo" o caralho, só queria te comer!


 Vou começar primeiro mostrando de onde eu tirei a pérola que é o título do post, né?

“Menina, te amo tanto, amo você! 
Daria tudo, daria o mundo, só por você.
Agora sai do meu pé, vai te fuder,
te amo o caralho só queria te comer!
Agora sai do meu pé, vai te fuder,
te amo o caralho só queria te comer. 
Comer você, comer você, comer você... 
Menina me perdoe,
eu não queria dizer aquilo.
Estava louco, foi um distúrbio. Amo você. 
Quem tem dinheiro come,
quem não tem bate punheta...”

Grupo Hermes e Renato

Atualmente está cada vez mais difícil encontrar homens que sejam HOMENS e não apenas PROJETOS de homens. Está cada vez mais difícil encontrar alguém que esteja disposto a levar um relacionamento a sério, a se COMPROMETER.

Eu e uma amiga debatendo sobre o tema, expusemos a seguinte situação: O tempo passa, você frequenta novos lugares, conhece novas pessoas e em meio a esta teia social, você, por acaso, encontra alguém que causa uma boa impressão, tem um papo legal, parece ser inteligente – pelo menos ele não chega nos lugares cumprimentando as pessoas com um “iaê, qualé!” – e está interessado em você! E você pensa: "Bem, é apenas um começo, mas se tudo der certo, talvez se torne algo sério."
Neste primeiro momento casual ele te chama para sair. E você descobre que ele só queria dar um cutuco se divertir com você e nada mais.

Até fiz piadinha sobre um possível diálogo do casal:
Ele: Não meu amor, não quero só te comer...  
Ela: Hum, e para onde vamos no primeiro encontro?   
Ele: Que tal um motel?

Isso não seria nada demais se a mulher também só quisesse sexo e não um relacionamento amoroso.
É uma dificuldade encontrar alguém que aceite encarar ao seu lado as adversidades e usufruir a delícia que é levar um relacionamento adiante, um relacionamento feito por duas pessoas que não busquem só prazer, mas também sentimento, confiança, aconchego e afins.
Quando me vem na cabeça um “relacionamento entre um casal” só consigo associá-lo às características que citei a cima.

Um relacionamento onde só se busque o sexo e benefícios que não estão relacionados a um bem estar profundo no que diz respeito a si mesmo e ao outro, não é nada mais que um mero envolvimento.
Sonhadora demais? Bem, talvez... Mas não custa nada sonhar, não é?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pique-esconde macabro

Vim dar uma rapidinha aqui. Ui!
Eu juro que tinha um texto totalmente elaborado e só faltava eu clicar no botão de "publicar", mas no último minuto eis que encontro uma dessas coisas geniais que existem na internet, e tive que compartilhar.
Antes de qualquer coisa: só posso dizer que ri e que não me importo se alguém não conseguir ver graça.
PS: Bem, se você é um dos estrangeiros que passam por aqui, então você não vai entender mesmo, mas garanto que se entendesse, riria.


É, meu humor é um pouco negro - e eu não vejo nada demais em rir de uma piada que não tenha consequências drásticas: psicológicas, físicas, emocionais - mas ainda sou boa pessoa. E só esclarecendo que ri da piada, não da provável morte da moça.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Meu mico, mico meu

Do antigo blog (04/08/2008):

Eu sou do tipo de pessoa que vive pagando micos. Sempre rio das minhas tragédias - que são cômicas justamente por serem trágicas. Quem nunca deu um "tchauzinho" para um "conhecido" que na realidade nunca viu na vida? Quem nunca falou aquela frase de efeito que fez todo mundo parar de falar só para prestar atenção em você?
Eu não sou diferente, porém sou muito pior. Eu sou o desastre personificado.

Já abri escala no meio da rua, quando escorreguei na lama. E a dor depois? Meu Deus, nesse dia agradeci por não ser homem.
Após uma amiga que contar uma piada dentro de um ônibus, eu falei: - Que piada sem graça, devia ser de loira. - Claro que falei sem perceber que havia uma loira sentada no banco da frente.
Já dei chilique por confundir palavras ditas numa frase.
Já andei por aí com o zíper da calça aberto até um estranho qualquer fazer a caridade de me avisar; e isso acontece de vez em quando até os dias atuais.

Claro que a famosa situação "tropeço de salto alto" não podia faltar. Se fosse uma modalidade esportiva eu ganharia medalha de ouro nessas olimpíadas. Por isso, sapato de salto apenas em ocasiões especialíssimas.
Mas ruim, ruim mesmo, foi quando me deu crise de riso na hora do vestibular. Nossa, vi a hora ser expulsa. Sorte que consegui me controlar rapidamente; mas ainda nessa mesma situação achei que meu nariz estava sangrando: tenho sinusite e o ar condicionado estava de matar. Meu nariz doía muito e eu ficava o tempo todo passando a mão pra ver se realmente estava sangrando, terrível!

Outros micos bem mais vergonhosos já rolaram, mas é melhor não espalhar ainda mais. kkkkk
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Atualizando: Esta segunda, pela manhã, foi meu primeiro dia de caminhada, que beleza, han?
O problema é que "no meio do caminho havia um buraco, havia um buraco no meio do caminho". Claro que eu não vi - mas todos os motoristas que passavam na BR 101 viram - e levei um belo tombo com direito a: Torção no pé direito, arranhões no joelho esquerdo, mal jeito na virilha direita e arranhões nas duas mãos; tudo isso em câmera lenta (é, eu não caí de vez, fui caindo no chão por partes) mais ou menos como essa tia:

Tô me sentindo um cachorro atropelado (malditos motoristas imprudentes!) e até o monstro do Dr. Frankenstein conseguiria ganhar de mim numa corrida.
Ou seja: Estou de molho por pelo menos uma semana.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11.11.11


Daí que o povo hoje resolveu surtar.
Teve empresário que resolveu fechar negócios, teve mulher que resolveu parir e teve até quem resolveu casar, e tinha que ser hoje! É dia 11.11.11
O que isso significa? Sei lá!
As pessoas gostam de dar significado para tudo, então, tantos "1" numa mesma data tinha de significar alguma coisa. Resolveram dizer que o dia de hoje é um dia de sorte; afinal, como dia do azar já temos a "sexta feira, 13".
Imagina um casal de namorados que estão juntos há anos.
A moça (ainda em 2005): - Amor, vamos casar?
- Vamos! Mas é melhor esperar até 11.11.11.
Sentiram a sorte? Eu não!

Eu estava aqui pensando: Se fazer coisas nessa data der sorte, talvez eu tivesse esperado para criar esse blog no dia de hoje - e não em outubro - e daqui uns anos eu tivesse dinheiro o suficiente para comprar o Google.
Talvez se eu tivesse escrito e publicado esta postagem no dia de hoje, e ainda às 11:11, eu viveria do blog e ganharia rios de dinheiro pela eternidade apenas para escrever besteiras aqui. Droga, eu tinha que deixar para postar a noite? Desculpem a burrice desta moça; vocês poderiam agora estar lendo o post de uma futura milionária.
Ah, um menino nasceu no dia 11.11.11 às 11:11. Acho que isso não vai mudar nada na vida da criança, mas vai que ele é a reencarnação de Steve Jobs, né? Melhor deixar quieto.

Quero ver o estardalhaço que vão fazer ano que vem, em 12/12/12. Afinal, vai ser a última data do século em que tudo coincide.
Ah, é, esqueci: Em 2012 o mundo acaba em novembro!


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Diálogos cotidianos I

Furtaram a bicicleta do meu vizinho, no final de outubro. Ele chegou em casa às 6h (manhã), deixou a bicicleta na calçada e foi fazer algo lá dentro, demorou uns poucos minutos, e quando saiu  da casa um rapaz havia acabado de sentar e estava começando a pedalar.
Meu vizinho ainda tentou impedir, mas o cara simplesmente pedalou mais rápido.

Minha mãe foi contar a notícia para o meu irmão:

- Jr., um ladrão levou a bicicleta do vizinho.
- Sério?! Pra onde?!
Juro que gargalhei.

Quem achou que meu irmão tem 7 anos, errou. Quem achou que ele tem 12, também errou. Meu irmão é apenas 1 ano mais novo que eu; ele tem 20 anos!

Só peço uma coisa: Por favor, não julguem a minha inteligência baseada na do meu irmão, ok?

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

domingo, 6 de novembro de 2011

"Ei! Você aí! Me dá um dinheiro aí!"

Mais um post do antigo blog (06/04/2009):

Hoje vi uma cena na qual eu não queria acreditar. Senta, que lá vem história:

Saio da faculdade e pego o ônibus lotado para recarregar a passagem. Então vou eu, cansada, com fome, com sono, com preguiça; maravilha, han? Chego lá, enfrento uma fila gigantesca - sim, a fila estava dobrando a esquina - num sol escaldante; finalmente entro naquela porra e quase morro desidratada de tanto calor. Quase uma hora em pé, pela graça de Deus sou atendida, saio (com muito sacrifício, imprensada no meio do "futun" do povo suado) e vou caminhando até a parada do ônibus, compro um copo de água mineral para refrescar o calor, ...

PAUSA

Até aí vocês devem estar dizendo: tô lendo essa bosta à toa Cadê a parte interessante, Lay?

ESPEEEERA...

... Compro um copo de água mineral pra refrescar o calor, um ônibus chega (não era o meu), e um bate-boca entre os vendedores ambulantes começa. Fiquei parada, sem entender. Entre muitos "Meu irmão, ninguém aqui comprou a cidade, não!", "Você tá me ameçando?!" e "Todo mundo aqui é pai de família!", consegui finalmente desvendar o motivo da briga, explico:

Um deles tinha oferecido seus produtos para um dos passageiros do ônibus, que aceitou uma água mineral (R$ 1,00); enquanto o primeiro ambulante foi pegar a água, o outro vendedor veio depois e fez o mesmo, o passageiro comprou a água do segundo ambulante, criando assim toda a confusão. Quando me dei conta do motivo da briga deu até vontade de tirar um real a carteira e dar para o primeiro ambulante só para ele calar a boca.

Meu Deus, que país é esse?! Que mundo cão é esse?!
Tô abismada até agora, juro.
Ah, dez minutos depois saí de lá e a discussão continuava, porém agora do outro lado da rua.
Junta tudo: a falta de estudo o suficiente, com a falta de oportunidade, com o estresse, com o mundo capitalista no qual vivemos e tanto gostamos (sem hipocrisias agora, beleza?).

Caramba, hoje perdi cinco reais e nem por isso quis sair dando voadora em ninguém.
Então, só espero que eles tenham sorte com as vendas e que há uma hora dessa já tenham parado de discutir.


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"Quando o seu pai chegar..." bela bosta!

Mães, de modo geral, sempre soltam as famosas "frases de mãe". Frases que só elas podem usar e que acabam virando argots na boca desses seres.
Tem a famosa "Vem comer, menino!" e também a "Quando você tiver filhos, você vai me entender".
Eu, geralmente, não tenho nada contra as frases de mãe, acho até que essas frases é o que dão para uma mãe o ar de mãe; mas tem uma frase que me pega de jeito, uma frase que cada vez que é falada por uma mãe, faz eu eu pensar: Dou 6 meses pra ela perceber o terrível erro que cometeu.
Sabe qual é? Quem acertar não vai ser dedurado para o pai!
Sim, não há frase pior no mundo do que "Quando o seu pai chegar, eu vou contar".


A mãe diz isso pra a criança e não para mais de repetir essa frase ao longo da vida daquele ser em desenvolvimento.
Num primeiro momento - enquanto o filho é criança - até que funciona bem, pois ele faz uma traquinagem, a mãe solta a frase de efeito e "pimba", o pestinha vira um anjinho; PORÉM, não vai demorar muito até que a criança entenda que enquanto o pai não chega em casa, ela está livre pra fazer o que quiser, que o pai tem a autoridade, a mãe não.


Mães, futuras mães, por favor, NUNCA digam para seus pestinhas que "Quando o seu pai chegar..." pois cada vez que uma mãe dissesse isso, devia subir uma plaquinha com os dizeres: "Parabéns, você acaba de perder a credibilidade com o seu filho."

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.
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