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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

"E viveram felizes para sempre"



Eu e uma amiga, duas "desiludidas" (por falta de palavra melhor), vivemos comentando sobre como as pessoas idealizam o amor.
Ela me perguntou se eu acredito que todos no mundo possuem uma alma gêmea por aí, esperando pra ser encontrada. Minha resposta foi simples: "Eu gostaria de acreditar que sim."
E eu gostaria mesmo. E de certa forma, eu acredito. Mas o que acredito mesmo é que somos nós que tornamos a pessoa a nossa alma gêmea.
Explico: Todo mundo tem aquela esperança de encontrar "o encaixe perfeito", "o pinguim", "alguém pra dividir os brownies", e por aí vai. Mas o que vai fazer aquela pessoa ser perfeita pra você não está apenas nas mãos dela, mas sim na sua capacidade de aceitar aqueles defeitos extremamente irritantes que aquela pessoa maravilhosa tem.

O amor é superestimado, as vezes. Não é porque você ama que não vai ter rotina. Não é porque você ama que não vai ter desgaste. Não é porque você ama que não vai ter briga. Não é porque você ama que vai deixar de se perguntar "onde fui amarrar o meu jegue?". O amor não impede os problemas, mas ele ajuda a solucioná-los, se as duas pessoas estiverem nessa mesma sintonia, se as duas pessoas souberem que estão melhor juntas do que estariam se estivessem separadas e se derem conta que é as vezes é bom saber o que te espera no final do dia. Que as vezes é bom ter que reconquistar, só pra lembrar o quanto o outro é importante. Que sexo de reconciliação faz a briga ter valido a pena. Que se questionar se aquela pessoa é a certa, é algo saudável, pois leva você a constatações.
É doloroso se dar conta de que alguém ERA perfeito pra você? Sim, é. Mas nada impede de que novas pessoas maravilhosas, com defeitos irritantes que você consegue suportar, surjam no seu caminho.

Acredite em mim, ainda que eu seja uma pessoa maravilhosa, com defeitos irritantes que ninguém suporta.


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Cafajeste também ama



Acreditem ou não, conheço os maiores cafajestes do mundo.
Claro que isso abriu muito os meus olhos desde a infância mas, até então, eles estavam no meu círculo familiar.
A gente vai crescendo, e os cafas começam a surgir naturalmente em nossas vidas. De um modo muito curioso, sou do tipo que se torna SUPER amiga dos cafajestes. Levo papo de "brow" mesmo. Mas quando tem a ver com se envolver, atraio os bonzinhos (o que não significa que sejam lerdos, veja bem).
Acontece que, no meio desses seres curiosos que são os cafajestes, conheci um acima da média.
Vou confessar que não acreditava que o danado tivesse um coração. Ao longo de muitas conversas, risadas e histórias engraçadas, fui formando a ideia de que ele só queria passar o rodo em todas as mulheres do mundo e nada mais. Eu não estava enganada, mas isso não era tudo: Ele já havia me dito que se apaixonou uma vez na vida. Acreditei meio desacreditando, sabe? E não levei o assunto mais a fundo. Até que essa semana, no meio de mais uma de nossas conversas informais, ele disse que sexo bom é sexo com quem a gente gosta.
Pensamento interessante vindo de um cafajeste, não acha?
Comecei a puxar o fio da meada. Quis saber mais sobre a heroína que fez com que um dia ele se apaixonasse. Ele explicou que ela foi uma das várias ex-namoradas dele - o que nunca impediu que alguma levasse chifres - e que não faz ideia dos motivos que o levaram a se apaixonar por ela, e eu confesso que achei isso demais. Perguntei se caso ela quisesse voltar a namorar ele aceitaria. Prontamente ele disse que sim. Completei com um "Você ainda é apaixonado por ela." e foi aí que ele disse as palavras que eu JAMAIS pensei que ouviria de um cafajeste: "Acho que por ela, sempre vou ser." Contou sobre a história deles. Sobre como namoraram, sobre como ele - apesar de apaixonado - não conseguiu ser fiel, sobre como ela descobriu as traições, sobre como ele continua tentando entrar em contato com ela depois de anos - ainda que ela não queira e tenha sumido da vida dele.
Eu sei que ele é cafajeste, mas vocês têm noção do quanto esse ser subiu no meu conceito? Não por já ter se apaixonado, mas por não ter vergonha de admitir isso, por não ter vergonha de dizer que ainda está atrás dela (apesar de que, eu, no lugar dela, não voltaria pra ele).
AMO quando essas confissões totalmente inesperadas acontecem. E depois de ter ouvido ele dizer isso, só pude dizer "Eu queria que algum dia alguém se apaixonasse por mim assim como você é apaixonado por ela, ao ponto de dizer que sempre vai ser. Foi lindo descobrir que você tem um coração."

Eu só queria dizer que é deliciosamente maravilhoso descobrir novos lados de uma pessoa, ser surpreendida. E, como eu sei que você está lendo, esse post é pra você. ;)

*Fonte da Imagem: Google Images

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Nerdice fofa do dia



Se você é como eu e adora ver esses pedidos de casamento inusitados e com estilo "nerd" seja lá o que isso for, já que a palavra ganhou vários sentidos então você vai simplesmente adorar isso.
Eu jogo Angry Birds (sim, eu sou adepta do jogo que é a mãe da perda de tempo) e fui lá, jogar mais um torneio semanal quando me deparo com isso:


"Case comigo, Mel. Com amor, Ben."

Sim, o programador do jogo usou a interface pra pedir a namorada, Mel Sortuda, em casamento. E agora o mundo sabe que Mel e Ben irão casar (afinal, Mel não seria louca de dizer não), e agora você sabe que eu estou com inveja da Mel e quero encontrar o meu nerd romântico e ter um casamento vestida de Princesa Leia.
#Comofas?
Enfim, olhe pra o pedido de casamento da Mel, e chore.

P.S.: Se você é nerd, romântico, e gosta de moças malucas que não sabem se definir, entre em contato nos próximos cinco minutos e você ganhará um brinde surpresa! A nossa central está pronta pra lhe atender!
HAHAH


UPDATE EM 07/05:

Aqui NESTE LINK (em inglês) você lê tudo sobre esse pedido inusitado e vê vídeo de como foi a reação da Mel. :D

terça-feira, 2 de abril de 2013

Fórmula pra atrair atenção




Quer atrair a atenção alheia?

Esteja mal, desgraça atrai um monte de olhares; mas, principalmente, esteja bem: Sorria. Não se importe com julgamentos alheios. Tenha poucos E BONS amigos. Viaje. Sorria mais um pouco. Tenha seus amores, ou desamores, e lide com eles com bravura. PERDOE. Se estiver sozinha, viva de modo como se não houvesse melhor companhia do que você mesmo; afinal, não deveria haver. Vá aos lugares que te fazem bem, e sem isso de "só vou se 'fulano' for"; há vários fulanos pra conhecer. NÃO CONTE SUAS CONQUISTAS PRA O MUNDO INTEIRO (estar bem atrai atenção, e inveja). Não precisa ser - ou se sentir - uma "Barbie" sempre, mas sinta-se bonita sem que seja necessário surgirem ocasiões que te obriguem a se produzir. E não ache que "fórmulas disso e daquilo" (inclusive essa) serão a solução pra todos os problemas da sua vida, então, enfrente-os.
Enfim: Pessoas bem resolvidas conquistam olhares.



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sábado, 30 de março de 2013

"Pateticidade"




O "aleatório" do meu player tocou aquela música, aquela que você adorava e que quando ouço sempre lembro de ti, e sei que o contrário também se aplica. A propósito, me desculpe por provavelmente ter estragado ela pra você.
Eu sempre pulava pra outra música quando ela começava, mas hoje - por algum motivo que não sei dizer - deixei que ela tocasse até o final. E me dei conta, sem precisar do Facebook pra lembrar, que hoje é o seu aniversário.
Lembrei que há um ano eu estava te dando os parabéns por vinte e tantos anos de chatice. Esse ano você nem sequer saberá que eu lembrei. Mas você está vivo, e provavelmente sendo feliz. Lembro que te pedi pra ser feliz - e pra me esquecer -, então cumpra.
O pior - ou melhor - de tudo, é que você não vai ler isso e quase nenhum dos meus contatos vai entender essa minha nostalgia.
E agora tô eu aqui, no auge da pateticidade, pensando em como seria legal se você não fosse um idiota e eu pudesse te dizer pessoalmente o quanto espero que você tenha muitos anos de vida, que você vire um velho idiota. E pra foder tudo de vez, nem sei se a palavra "pateticidade" existe.

Originalmente escrito no Facebook, em uma madrugada qualquer de fevereiro.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Humor afrodescendente



Uma coisa que me irrita, me deixa louca da vida, é o tal do "politicamente correto".
Confundem ter bom senso e ser respeitoso com ser imbecil, um chato de galocha.
Um dos meus melhores amigos é "viado". Sim. O chamo de VI-A-DO.
"E ele?" você se pergunta. Ele não se importa! Ele é meu amor, meu viado amor.
Não pensem que ele me chama de "docinho de coco" não.
Pensam que isso é desrespeito? Eu encaro como carinho.
Há um contexto e uma intimidade entre nós que permite esse tipo de linguagem, onde ambos sabemos que a última coisa que queremos é nos magoar.

Você acha mesmo que um negão delícia vai querer ser chamado de "afrodescendente do sexo masculino, de grande estatura, com massa corporal bem distribuída"?
Uma amiga da minha mãe olhou pra as minha brancas pernas e fez cara de nojo (NOJO!) enquanto dizia "meu Deus. Como você é branca..." Isso me afetou. Afetou de um modo como nunca me senti desrespeitada ao ser chama de "lesma", "copo de leite", "alvejada com cloro", "mandioca descascada" - e por aí vai -, pelos meus amigos.
Não é o que se diz: é COMO se diz. É o contexto, é a entonação, é a ideia que se quer passar.

Várias obras do Monteiro Lobato estão sendo censuradas pelo MEC por ter conteúdo racista. Parece brincadeira, mas não é. E tudo isso por trechos extremamente bestas e curtos que eu não considero ter teor racista. Trechos escritos por uma pessoa que nasceu no século 19 e vivia uma realidade totalmente diferente da nossa. Uma coisa que passa pela minha cabeça é que o pobre homem está sendo injustamente acusado de racismo por ter nascido branco e descrito pessoas de pele escura como "pretas" em suas obras. Mas espera: Preto... Negro... Vê alguma diferença na definição das duas palavras?
Certeza que o MEC só não censurou os trechos do saci-pererê por achar que a intenção de Monteiro foi cumprir a cota para deficientes. (Opa, olha meu humor afrodescendente aí.) 
Hoje dividimos em branco, caucasiano, amarelo, índio, pardo, negro. Pra que tudo isso, eu não sei, mas dividimos. Ok, é a realidade atual, mas não era em "mil oitocentos e lá vai fumaça."
Será que se os mesmos trechos escritos por Monteiro Lobato (branco) tivessem sido escritos por Machado de Assis (negro/ preto/ pardo/ afrodescendente/ mulato/ 30 minutos depois...) este também seria condenado por racismo?


Acredito mesmo que a grande maioria desses "defensores" pensam, em coisas com "humor negro", mas admitir, jamais. Afinal, tudo virou humor afrodescendente.
A gente quer dizer uma coisa simples e tem que dizer medindo palavras pra os idiotas não pensarem que você é a reencarnação de Hitler.
Lógico que eu não sou a favor do desrespeito, dos maus tratos, do preconceito. Mas o que fazer, se tudo o que sai da sua boca pode e SERÁ usado contra você?
O que fazer se achei graça nas piadas feitas sobre Eliza Samúdio, Carlos Matsunaga e até de Rafinha Bastos dizendo que comeria Wanessa e o bebê?

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

domingo, 23 de setembro de 2012

Pelo direito de chorar enquanto lê

Nesse último mês e meio minha vida foi extremamente agitada pelo capeta e tive motivos suficientes que poderiam fazer a maioria das pessoas caírem em prantos. O mais curioso é que não consegui derramar sequer uma lágrima - nada, nadinha - por nenhum dos acontecimentos desagradáveis. Entenda bem: Não é que eu não quisesse chorar, eu simplesmente não consegui! - apesar do atual aperto no peito me fazer ter a certeza de que preciso fazer isso em algum momento para lavar a alma de todos os acontecimentos que me deixaram agoniada.
Talvez não chorar seja minha forma inconsciente de dizer pra a vida: "Olha aqui, sua vadiazinha, você não tem sido nada gentil comigo. Quer saber? Também não vou te dar o gostinho de lágrimas."

Aí você pensa: Mas é quase uma rocha!
Sou uma rocha até ter um livro tocante em mãos.
Me deixo guiar mesmo pela emoção. Nos livros até a desgraça tem um certo encanto - que não está presente na vida real - que faz você partilhar das agruras do personagem.
O problema, pra mim, não é chorar com algo que na maioria das vezes não aconteceu; o problema mesmo é não poder chorar em paz pois as pessoas não entendem como você pode estar chorando pela dor ou morte de um personagem amado, afinal "é tudo de mentirinha"; ou como você consegue se tornar amiga da moça ou querer se casar com o rapaz ao ponto de chorar pelos planos que eles fizeram e deram errado. Ou chorar - e esse choro é doloroso, hein? - pelo final de uma saga.


É péssimo ter que ficar encolhidinha no fundo do ônibus pra que não vejam que uma ou outra lágrima teima em cair mesmo que você esteja se esforçando pra conter a Itaipu que está se formando nos olhos.
Ou pior: Não poder chorar em casa (poxa!) enquanto lê, pois sabe que sua família não vai entender e simplesmente ficará assustada. Isso acontece as vezes comigo, e recebo uns olhares de "eu heim??" da minha mãe, e olhares de "meu Deus, o que aconteceu?!" do meu pai. Se eu visse meu filho ou filha chorando com um livro nas mãos, iria até ele, daria um abraço forte e diria simplesmente "Eu sei, querido... Mas ainda existem novas linhas e novos livros pela frente."

O que eu posso fazer se choro? A culpa não é minha, sociedade, mas sim da pessoa que escreveu o texto de modo tocante. Pessoas que conseguem escrever palavras que tocam possuem um dom, pessoas que se deixam tocar por essas palavras, também; afinal, já nos fechamos tanto pra outras coisas, tentamos ignorar tanto as nossas dores da vida real (ó eu aqui!) que não apreciar a leitura rindo - quando ela é engraçada - ou chorando - quando é triste - é se limitar demais.
Por isso só quero casar se for vestida de princesa Leia com alguém que tenha o dom para a escrita: Poder acordar de madrugada e ver que ele está no computador, levantar de pontinha de pé e dar um abraço por trás apoiando o queixo no ombro dele enquanto o observo digitar palavras que tocarão o coração de alguém.
Todos sabem que ser escritor é um dom, mas poucos sabem que ser um leitor, também.

PS: Adora ler? Faz uma visita ao grupo Livrólatras no Facebook


*Imagem do Google Images. 

domingo, 12 de agosto de 2012

I am not your father. Wait... What?


ALERTA: Se você nunca viu a saga "Star Wars" e quer assistir, este post terá alguns spoilers.

O Lorde Vader não foi um bom pai. Afinal, ele só quis saber do Luke pra que o garoto virasse um Sith. Mas, aos olhos do Luke, o Vader - no fundo - nunca deixou de ser um Jedi, mesmo ele se mostrando um ser sem escrúpulo algum.
Basicamente, é isso que os filhos fazem: Acreditam que os pais são seus heróis - até que se prove o contrário - independente de circunstâncias.
Mas o Lord deixou todo o seu lado paternal aflorar, e por alguns instantes, Luke pôde sentir como era ser um filho.

Então, vamos às vias de fato:

Will Smith e Jaden Smith (pai e filho - e lindos - na vida real)
Poxa, Vader e Luke que me perdoem.

Parabéns a todos os papais que sabem que ser pai é mais do que simplesmente alimentar o filho.
Parabéns aos que trocam fralda de cocô mesmo sentindo ânsia de vômito; que durante a noite dizem "deixa que eu vou" pra a esposa descansar mais; aos que só faltam enlouquecer quando a criança começa a chorar mas controlam a vontade  de a afogar na privada e, em vez disso, dão um abraço; que chegam cansadíssimos, mas vão brincar; aos que sabem de cor todas as músicas do DVD da Galinha Pintadinha; aos que sabem que autoridade é diferente de repressão e que medo é diferente de respeito; que sabem que suas palavras não surtem efeitos se seus atos não forem os certos; que mesmo não podendo estar sempre com os filhos, os amam mais que a própria vida.
Parabéns também aos que nunca se negaram a fazer o exame de DNA.

E se você não é desses, não se preocupe: Se não era tarde pra o Lord Vader fazer valer o papel de pai, por que seria tarde pra você?
Deixo aqui toda a minha admiração por esses verdadeiros pais.
E pra os que fazem tudo ao contrário do que eu citei, passarei pra lhes deixar um recadinho no dia 10 de dezembro: Dia universal dos "paiaços".


*Imagem retirada do Google. Filme "Á Procura da Felicidade".

sábado, 21 de julho de 2012

Vou casar

Sim, eu vou casar, aliás, eu  casei.
Antes de explicar como isso aconteceu, quero dizer que você também devia se casar, e não importa se já tem um marido ou uma esposa.
Bom, quando se fala em "casamento", no que você pensa?
Provavelmente pensa em comprometimento; pensa em amor, em respeito, em intimidade; certo?
Desde sempre - quase que inconscientemente - nos comprometemos a respeitar nossos pais, a não sabotar nossos amigos, a não abandonar nosso bicho de estimação, a ser fiel ao namorado. E assim, vamos "casando" com esses seres ao longo da vida.

"Eu (…) prometo ser-te fiel,
amar-te e respeitar-te,
na alegria e na tristeza,
na saúde e na doença,
todos os dias da nossa vida..."

Mas o casamento no qual eu entrei, e que eu proponho a você também, é o seguinte: Case-se consigo mesmo.
Comprometa-se a se amar - com suas qualidades e defeitos -, comprometa-se a respeitar os seus limites, a se aceitar e se achar sexy mesmo com aqueles quilos a mais ou aqueles fios de cabelo a menos. Comprometa-se a ficar do seu lado, estando em boa situação financeira ou não, estando com ótima saúde ou não; prometa pra si que não vai se abandonar, que será mais tolerante consigo, que irá melhorar seus pontos fracos para poder ser mais feliz. Prometa que irá acordar com um sorriso mesmo quando for uma segunda-feira cinzenta e a sua cara estiver toda amassada; prometa rir de si mesmo quando você estiver se achando chato. Jure que será fiel aos seus valores, que não irá se boicotar, que irá se estimular a ir além. Permita-se tentar compreender suas limitações e a sentir TUDO de bom e de ruim que suas atitudes podem proporcionar e APRENDA com isso.

Você quer alguém que te prometa amor, respeito, consideração? EU TAMBÉM! Mas primeiro temos que ter isso por nós mesmos.
Você quer um namorado que te ame, te proteja, te respeite; mas você não se ama, não se protege e se sabota. Entende a contradição?
Ao ser egoísta a pessoa nem ama a si mesmo nem ama as outras pessoas. Porém, ao ter amor próprio, você se ama de tal forma que entende que se você não é perfeito (mas ainda assim merece amor) por que as outras pessoas precisam ser "perfeitas" para serem merecedoras da felicidade? Você entende que você merece ser respeitado por suas dificuldades e defeitos; e terceiros também.
Você entende que você pode E DEVE melhorar seus pontos fracos; e por que as outras pessoas não teriam uma segunda chance?

Case-se consigo, e viva em paz pelo resto da sua vida.

PS: Queridos rapazes, que por ventura ficaram tristes com o título do post, eu AINDA estou solteira. ;D

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Depende da interpretação

Eu estava no banho, apreciando o som que vinha do rádio - sem ser atrapalhado por nenhum ruído que uma casa com mais pessoas teria.
De repente começou a tocar uma música que eu gosto, composta por Lobão e interpretada na voz do próprio, de nome "Me chama". Essa música é conhecida na voz dele e na de Marina Lima, apesar de ter sido regravada por muitos. Particularmente, prefiro na voz dela.
Me apeguei a aquele início da música e então notei algo que nunca tinha notado tão a fundo: A diferença na interpretação entre Marina e Lobão.
A versão que eu ouvi na voz do lobão foi a do Acústico MTV. Mas ainda assim, na versão original dos anos 80 é possível perceber, até certo ponto, o que eu vou falar.

Pra começar, a letra da música é a seguinte:

Me Chama

Chove lá fora e aqui tá tanto frio.
Me dá vontade de saber; aonde está você?
Me telefona... Me Chama! Me Chama! Me Chama...

Nem sempre se vê lágrima no escuro.
Lágrima no escuro, lágrima...

Tá tudo cinza sem você... Tá tão vazio...
E a noite fica sem porque...

Aonde está você?
Me telefona... Me Chama! Me Chama! Me Chama...

Nem sempre se vê mágica no absurdo.
Mágica no absurdo; mágica!...
Nem sempre se vê lágrima no escuro.
Lágrima no escuro, lágrima!...






A interpretação dele é visceral. Ele começa - de um modo meio indignado - a cantar que a pessoa não está com ele, mesmo sob as tais circunstâncias de tudo parecer frio e vazio, parecendo achar isso uma traição.
Em seguida, pede de forma pacífica para que a pessoa diga onde se encontra, que lhe dê atenção.

Sem obter sucesso, ele canta o trecho seguinte de modo alarmante, por não ser compreendido. Por nem sempre conseguirem compreender a situação da maneira que ele enxerga.

Ele volta a dizer - ainda de forma "incrédula" e meio enraivecida por a pessoa não estar ali - que sem a outra pessoa, o mundo ficou vazio e sem cor.
Pra em seguida usar um tom de voz que chega a implorar pela atenção que não se tem.
E novamente dar um guinada, e usar toda a potencia vocal pra gritar que nem sempre conseguem compreendê-lo. Que nem sempre conseguem ver a beleza e agruras das situações, do modo que ele enxerga.



Só é possível ouvi-la no próprio site do YT.

A interpretação de Marina é mais triste. Canta como quem não pede nada, não espera nada. Está apenas divagando pelo próprio pensamento, e simplesmente constatando - de forma conformada - o fato de estar sozinha numa situação difícil.

Em seguida ela pede "me telefona, me chama..." sem demonstrar ter nenhuma esperança de ser ouvida ou de que seus desejos sejam atendidos.

Quando chega a parte do "nem sempre se vê lágrima no escuro/ nem sempre se vê mágica no absurdo", ela não demonstra a indignação nas palavras, da forma como Lobão o faz. É mais como um lamento por não poder dividir as impressões que ela tem da situação.



O que quero dizer com isso tudo??
QUE TUDO DEPENDE DA INTERPRETAÇÃO. QUE A FACA PODE TER DOIS GUMES.
O que uns veem com fúria, outros podem ver com certa ternura, ainda que ambos estejam no mesmo barco.

PS: Sim, para quem não é acostumado, num primeiro momento a aparência de "louco varrido cheirador de pó" do Lobão dá um susto na gente.


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Receita para ser feliz




1/2 lata de leite condensado.
1/2 colher de sopa de margarina.
1 colher de sopa de chocolate em pó.

Coloque tudo numa panelinha, leve ao fogo e mexa como se não houvesse amanhã, até ferver. Desligue, espere esfriar, seja feliz.


PS: Pra quem tá aí dizendo "ai, mas eu vou engordar": Fia você faz isso uma vez na vida, outra na morte.

PS 2: Ninguém consegue ser feliz e magra ao mesmo tempo. Acostume-se.

PS 3: Te dei a receita da felicidade. Se você souber a fórmula do amor, compartilhe comigo. Eu, Leoni e Leo Jaime ficaremos gratos.

PS 4: Ah, porra, até quando você vai ficar perdendo tempo lendo "PSs"?? Vai logo ser feliz.



*Imagem do Google Images.

sábado, 14 de abril de 2012

O que te inspira?


Ricky me passou uma tag, e tenho que dizer 10 coisas que me inspiram. Certo, lá vamos nós:

1 - Pessoas;
São fonte CONSTANTE de inspiração. Podem ser amigos, familiares, desconhecidos, a vizinha, o pedreiro... Falam algo, agem de determinada maneira, então se abre um leque de possibilidades e minha cabeça entra em um mundo paralelo.

2 - Escrita;
A escrita é uma das minhas maiores paixões. Seja falando besteiras aqui, ou anotando algo num caderno, ou escrevendo algo mais pessoal; saber que eu posso "extrair" coisas de mim através da escrita já me impulsiona a começar a pensar.

3 - Música;
De preferência, música "boa", mas também consigo pensar em várias coisas pra falar sobre o que EU considero como música ruim. 

4 - A chuva;

Eu tenho um caso de amor com a chuva e gosto de banhos de chuva. De qualquer modo, quando a chuva cai, ela vem e leva embora toda a minha inquietação, toda a minha "maluquês".
Se estou em estado de euforia, ela tira a minha agitação e me deixa só com um sorriso. Se estou triste, ela vem e leva embora a angústia, mas me deixa processar a minha dor com um sentimento de paz.
Em fim, eu seria capaz de fazer poemas e canções em homenagem a chuva.

5 - Leitura;
Esse ano, eu preciso ler mais. Entretanto, a leitura é algo que realmente consegue me tirar da minha realidade. Imagino cenários, personagens, som das vozes, entonações usadas, expressões faciais, tudo.

6 - Boa conversa;
Eu diria que uma boa conversa é um portal que pode fazer a sua mente processar trilhões de coisas ao mesmo tempo, deduzir algo a partir disso e ainda fazer você pensar em outro trilhão de coisas a partir da sua própria dedução. Muito inspirador.

7 - Bichos;
Tenho TANTO a aprender com esses seres. A forma como amam, como agem... Em fim, sinto que posso ser uma pessoa melhor ao estar em contato com eles. Principalmente com meu filho gato, Dengo.

8 - Milagres;
Certo, ok, eu acredito em milagres. Mas quando falo em milagres me refiro àquelas coisas que parecem estar totalmente perdidas, totalmente sem volta e do nada algo incrível acontece, algo que ninguém esperava, e muda todo o cenário. As vezes são grandes coisas, as vezes são pequenas coisas, mas eu admito que AMO quando acontece.

9 - Filmes e séries;
Pra mim, essas duas coisas são a combinação de outras duas coisas que eu citei: A escrita e a música.
Presto mesmo MUITA atenção na trilha sonora e no roteiro. Adoro observar os diálogos entre os personagens, se a música encaixa com a cena, etc. E isso também me fez entrar em um universo paralelo.

10 - Coisas simples;
Cheiro de café, som da risada de alguém querido, folhas balançando com o vento, barulho da chuva, afagar meu gato, um telefonema de alguém legal, pipoca estourando, uma música boa tocando baixinho em fones gigantes de ouvido, ...

Ufa! Responder isso parece fácil, mas não é. A partir do oitavo item a gente começa a ficar sem ideias. Hahaha!
Teria que indicar blogs, mas prefiro que qualquer um sinta-se livre para fazer ou não. :D

quarta-feira, 7 de março de 2012

Pra não dizerem que não falei das dores


Primeiro de tudo: EU acho que NÃO SOU LOUCA. Ao menos, não com laudo médico. Hahahaha. Mas confesso que ri com os comentários do post anterior, principalmente com o segundo.
Basicamente, eu quis dizer que assuntos pessoais, "assuntos de Elayne", não são expostos aqui no blog. O foco aqui é a diversão. Não importa o quanto eu queira compartilhar as coisas que permeiam o fundo da minha mente, tenho que "controlar" meus dedos.
Por exemplo, eu já tinha dito para Ricky que não ia publicar tal texto, mas resolvi postar para vocês não terem dúvidas sobre como eu realmente sou ridiculamente romântica e nunca mais precisemos falar sobre as diferenças entre Lay e Elayne, certo?
Texto que estava no limbo do meu computador e foi escrito há um ano atrás por uma "tal Elayne" podre de amor não correspondido:

Aquela velha história do “tão perto e ao mesmo tempo tão longe” é deprimente. Deprimente e real.
Você fica ali - perto daquela pessoa que te faz conseguir ouvir seu coração batendo -, esperando que o sentimento passe, esperando se sentir mais confortável com o passar dos dias até esquecer completamente o quanto está apaixonada; mas a cada dia aquilo vai tomando conta de você.
Antes o que chamava a sua atenção eram coisas que todo mundo via: o sorriso encantador, a altura, a forma como mexe no cabelo, o jeito de andar.
Até aí, tudo bem, mas preocupe-se quando começar a perceber coisas que ninguém mais nota: o jeito como a pessoa fica quando está constrangida, o movimento que faz com a cabeça quando acha algo engraçado mas não quer demonstrar, o jeito que te olha quando está tentando descobrir – ou encobrir –  algo.
Conhecer tão bem uma pessoa e não tê-la por perto é doloroso; pode ser necessário e até benéfico a longo prazo, mas é doloroso. Saber que esse alguém tem um outro alguém é difícil; faz o que seria convertido em choro se transformar em dor física, faz parecer que você passou horas levando uma surra daquelas.
Aquele alguém que antes era o motivo do seu coração bater tão rápido - como se fosse parar a qualquer minuto - se torna a razão pela qual você não consegue respirar com a simples ideia de perder

Ao final, o texto não tem ponto final nem vírgula justamente por estar inacabado.
Dá pra acreditar que ainda ia sair mais alguma coisa daí? Pois é, ia!
Graças a Deus, não lembro o que ia escrever mas fico feliz por algo ter interrompido o meu raciocínio.
Em fim, quem escreveu não fui eu; a autora disso foi minha melhor metade: Elayne. Isso, Elayne, me mate de vergonha.

Mudando drasticamente de assunto: lembram que falei que fui picada pelo aedes aegypti?
Todo mundo falou pra eu ficar tranquila, que o mosquito precisa estar infectado... Bla bla bla...?
Pois é, meus caros, o meu mosquitinho estava premiado. Se fosse o mosquitinho da "Forbes" que indicasse os próximos bilionários da década, ele passaria direto por mim. Mas como era o mosquito da dengue - E INFECTADO! - claro que ele tinha que me escolher. Está vendo? E eu dizendo que ninguém me quer...
"Mulher de pouca fé"... O mosquito me quis.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Elayne x Lay


Olá. Quero dizer que não é Elayne que escreve, apesar de eu estar usando as mãos dela.
Calma, calma, antes que algum religioso pense que isso é uma possessão demoníaca, algum policial pense que é um sequestro e algum psicólogo pense que se trata de "Transtorno dissociativo de identidade" (Deus abençoe a Wikipédia), eu explico:

Primeiramente, se o blog fosse de Elayne Santana, ela iria pedir autorização para referir-se sobre si na terceira pessoa, por outro lado, quem assina o blog sou eu: Lay Santana. Sendo assim, eu me refiro como bem entender.
"Lay" está em Elayne, mas "Elayne" não está em Lay.
Lay e Elayne são a mesma pessoa, mas Elayne é o conjunto, e eu sou uma parte dela.

Esta blogueira que vos fala é uma parte que apenas poucas pessoas que conhecem "Elayne" sabem que existe. Apenas as pessoas que ela gosta e se sente amplamente confortável conseguem ver o "lado Lay" de Elayne.
Já a "pessoa física Elayne" não dá as caras no blog. E conhecer Elayne é um "privilégio" - ou um azar - para as pessoas que mantém um contato maior do que apenas ler o blog.

Eu sou a diversão, a polêmica, a segurança, a sinceridade a toda prova. Sou eu que quem lê o blog conhece.
Elayne é a pessoa com problemas, com metas, com diversão, com polêmica, com segurança e insegurança, com sinceridade, ... E esta, bom, tenho até pena de quem conhece por completo, pois é muita complexidade em uma só pessoa.

As vezes Elayne quer escrever aqui. Eu começo a digitar e ela me pergunta, animada:
- Vamos falar hoje sobre meus amores?!
- Não. Se quer um diário, compre um caderno. Aqui eu falo sobre meus desamores.
- Vamos falar sobre como eu ainda espero encontrar a "metade da laranja"? - Ela insiste.
- Aqui eu falo sobre como 90% dos homens são cafajestes, não se iluda. Bitch, please.
- Então vamos falar sobre como sou ridiculamente romântica? - Quando ela me sugere tal coisa, penso que só pode ter perdido o juízo.
- Aqui só se fala sobre como estou descrente dos grandes amores, desista.
Bom, então vamos falar sobre "aquelas" inseguranças e sobre como fiquei chateada "naquelas" situações? - E isso lá é coisa que se fale em blog?
- Certo. - Brinco com ela.
- Sério? - Ela se anima.
- Sim, falarei sobre isso no dia que Mark Zuckerberg ficar pobre. Hahaha.

Já cansada de duelar, ela surge com uma ideia mais amena:
- Então vamos falar sobre como posso ser irritante, muitas vezes sem querer mas na grande maioria, querendo?
- Nada disso. Aqui eu mostro o quanto posso fazer piada, até sobre você. - Tento dar um fim.
- Ei! Eu sou "o todo", você que é parte de mim. - Revoltadinha, a garota.
- Bom, nisso você tem razão; mas se esquece que sou eu quem escreve o blog, não você.

No final, é isso. Agora sabem as diferenças entre ambas, mas talvez, nunca conheçam nós duas.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Diálogos cotidianos - Os Ronalds

Dia de chuva e meu irmão resolve assistir "A arte do insulto" de Rafinha Bastos, para passar o tempo.
Em determinado momento, Rafinha começa a falar sobre o sonho que ele tinha em ser ator pornográfico, e que não via sentido em ser ator pornô e ser casado. Afinal, quando chegasse em casa, a esposa iria querer transar, mas ele já teria passado o dia todo transando com mulheres gostosas.
Ele finaliza com: Seria a mesma coisa que oferecer um hambúrguer para o Ronald.

Nesse momento, meu irmão dá uma pausa no DVD, olha pra mim, e pergunta:

- "Ronald", o filho de Ronaldo, né?



Sério??
Eu gargalhei tanto... Ri mais com isso do que com a piada. Tudo bem que não frequentamos o McDonald's, mas, poxa...

Não, eu juro que ele não faz isso de propósito. Ele nem tem ideia que eu publico as pérolas dele no blog. kkkkkkk

Mas, como seria Ronald (filho de Ronaldo Nazário) trabalhando no Mc?

"Oi, eu sou Ronald Mcdonald. Vai um hambúrguer?"


*Imagens: Twitter e Google Images.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Perspectivas sobre um turismólogo

Vim dar o ar da graça, porque estou me sentindo uma malandra. "Rá!"
Alguém entendeu? Hein, hein, hein?

Ainda não vai ser  dessa vez que vou elaborar um post digno, mas ele vai sair. A ideia sobre o que escrever já existe.
Enfim: Vim dar "sartisfação" sobre minha pessoa. Finalmente meu baby não corre risco de morte, e está  90% saudável. Quero agradecer a todos que passaram por aqui e deixaram seu carinho - mesmo que não tenham comentado. Então vocês merecem uma satisfação, não é?? Como ele já está bem, e tudo já está praticamente resolvido, volto com as postagens regulares muito em breve. A demora é apenas a de construir o texto.
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Quem leu o "Sobre a autora" viu que sou turismóloga. Pelo amor de Deus, EU NÃO SOU GUIA DE TURISMO; sou uma planejadora, uma administradora do espaço turístico e de muitas outras coisinhas que se correlacionam ao turismo. No mais, vim compartilhar uma tirinha que fiz num momento de inspiração sobre as diversas perspectivas que se formam a respeito de um turismólogo.


É gente, falo com conhecimento de causa. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

domingo, 15 de janeiro de 2012

Meu "homem ideal" é... Inteligente.


Para muitas mulheres o homem ideal é rico; para outras, o homem ideal tem que ter uma carreta no lugar do pênis; há ainda aquelas que se contentam com um cara lindo. OK. Meu homem ideal é inteligente, simples assim.

Porque os inteligentes?

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Em meio a uma batalha

Olá a todos.
Quem lê o blog constantemente sabe que o atualizo regularmente.
Porém há quase 2 semanas estou em meio a uma batalha:
Meu filho, meu bebê, meu gato, está bem doente. Primeiro apareceu um caroço, depois um remédio fez mal ao estômago, depois vômitos, mais vômitos, soro na veia, remédios que não fazem efeito, noites em claro, idas ao Hosp Veterinário, mais vômitos, noites em claro, exames, vômitos, soro na veia, remédios que não fazem efeito, ...

Em fim... Ele vem primeiro que o blog, afinal, estou tentando salvar uma vida. Eu espero conseguir, porém estou naquele momento em que quero que ele fique bom, ou então que este sofrimento acabe de vez. Quarta-feira fazem DUAS SEMANAS que passamos por isso. Imaginem o meu desespero. Só choro dia e noite.

Então é isso: Me desculpem o sumiço. Só volto quando isso tudo estiver resolvido, tenha lá o desfecho que tiver.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Rivalidade e futebol: Discutir vale a pena?


Antes de qualquer coisa: Ricky deixou comentário informando que minhas atualizações não têm aparecido no painel do blogger; fico "feliz" em saber que o problema no blogger não é só na minha conta. Eu sigo muitos blogs, mas no meu painel, muitas vezes, só aparecem as atualizações de uns 3 ou 4. Ah, pra quem me segue mas não recebe minhas atualizações pelo painel: Clica ali na barra lateral para "Curtir" no Facebook, ou inscreva-se no feed para receber as postagens no seu e-mail.
Agora vamos ao que interessa!

Eu sou muito tranquila quanto a jogos, principalmente sobre futebol. Não sou "fanática" pois encaro o esporte como algo que tem que me divertir, me entreter; e esse negócio de ser tão cega de amor por um time, ao ponto de não pensar duas vezes antes de entrar numa briga - seja por agressão física ou verbal - é a maior babaquice.
Claro que eu vibro, grito gol, xingo a TV, mas só. Sim, eu conheço as regras e sei o que é um impedimento; não sou daquelas tontas que só assistem o jogo porque "é meu namorado o verdadeiro torcedor", não eu.

Vamos ao ponto:
Aqui em Pernambuco há os três maiores times: Náutico, Santa Cruz e Sport (é pra esse que eu torço).
Em 2011 o Sport teve a chance de ganhar o hexa estadual, mas perdeu para o Santa Cruz.
Claro que fui motivo de piada entre os amigos torcedores dos times rivais, mas nem ligo; jogo, caso alguém não saiba, é assim: Um dia você ganha, no outro pode perder e no outro ganha de novo.

Meu pai torce para o Santa Cruz, e num desses momentos em que é legal tirar sarro da cara do torcedor contrário, ele começou a falar com um amigo, torcedor do Sport, logo após o Sport ter perdido o estadual:

- Cadê o hexa do Sport?
- Mas o Sport é penta!
- Isso é passado! Falo do presente. No presente o Sport perdeu pra o Santa. E aí? Tem o que pra dizer?

Pobre do rapaz, que não soube o que dizer.
Eu ouvi o diálogo, mas não me meti e não foi por falta de resposta. Eu poderia ter dito simplesmente:

- Ok. Pai, não quer falar do passado? Vamos falar do presente: Meu time NUNCA caiu para a série C; mas e quanto ao seu time? Como anda a expectativa pra a SÉRIE D? Sorte o campeonato não ir até a "Série Z", ou então o seu time aprenderia todas as letras do alfabeto.

Sim, eu sei, seria um "fatality". Pena eu achar discussão sobre futebol idiotice.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pedacinhos de felicidade


"Felicidade" é uma coisa muito subjetiva. A pessoa pode SER feliz, mas NÃO ESTAR feliz por algum motivo. Assim como é possível que alguém NÃO SEJA feliz, mas ESTEJA feliz por algo.
Seja lá como for, é importante reconhecer os "pedacinhos de felicidade" quando eles acontecem:

Barulho de molho fervendo, cheiro de cana-de-açúcar queimando, travesseiro fofinho, banho tomado, gato se enroscando entre as pernas, frio da manhã, pássaros livres, dormir abraçado, cheiro de bebê até 1 ano, gargalhada da pessoa amada, andar na chuva, cantar no chuveiro, beijo de vó, reconciliações, xícara de café com um bom livro, escrever, dormir ouvindo o som da chuva, ler para uma criança, afagar um animal, ouvir a voz de quem você sente saudade, SMS de amigos durante a madrugada, raspar a massa do bolo de chocolate do fundo da panela, andar de mãos dadas num passeio noturno, som de água.



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.
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