domingo, 11 de dezembro de 2011

Rivalidade e futebol: Discutir vale a pena?


Antes de qualquer coisa: Ricky deixou comentário informando que minhas atualizações não têm aparecido no painel do blogger; fico "feliz" em saber que o problema no blogger não é só na minha conta. Eu sigo muitos blogs, mas no meu painel, muitas vezes, só aparecem as atualizações de uns 3 ou 4. Ah, pra quem me segue mas não recebe minhas atualizações pelo painel: Clica ali na barra lateral para "Curtir" no Facebook, ou inscreva-se no feed para receber as postagens no seu e-mail.
Agora vamos ao que interessa!

Eu sou muito tranquila quanto a jogos, principalmente sobre futebol. Não sou "fanática" pois encaro o esporte como algo que tem que me divertir, me entreter; e esse negócio de ser tão cega de amor por um time, ao ponto de não pensar duas vezes antes de entrar numa briga - seja por agressão física ou verbal - é a maior babaquice.
Claro que eu vibro, grito gol, xingo a TV, mas só. Sim, eu conheço as regras e sei o que é um impedimento; não sou daquelas tontas que só assistem o jogo porque "é meu namorado o verdadeiro torcedor", não eu.

Vamos ao ponto:
Aqui em Pernambuco há os três maiores times: Náutico, Santa Cruz e Sport (é pra esse que eu torço).
Em 2011 o Sport teve a chance de ganhar o hexa estadual, mas perdeu para o Santa Cruz.
Claro que fui motivo de piada entre os amigos torcedores dos times rivais, mas nem ligo; jogo, caso alguém não saiba, é assim: Um dia você ganha, no outro pode perder e no outro ganha de novo.

Meu pai torce para o Santa Cruz, e num desses momentos em que é legal tirar sarro da cara do torcedor contrário, ele começou a falar com um amigo, torcedor do Sport, logo após o Sport ter perdido o estadual:

- Cadê o hexa do Sport?
- Mas o Sport é penta!
- Isso é passado! Falo do presente. No presente o Sport perdeu pra o Santa. E aí? Tem o que pra dizer?

Pobre do rapaz, que não soube o que dizer.
Eu ouvi o diálogo, mas não me meti e não foi por falta de resposta. Eu poderia ter dito simplesmente:

- Ok. Pai, não quer falar do passado? Vamos falar do presente: Meu time NUNCA caiu para a série C; mas e quanto ao seu time? Como anda a expectativa pra a SÉRIE D? Sorte o campeonato não ir até a "Série Z", ou então o seu time aprenderia todas as letras do alfabeto.

Sim, eu sei, seria um "fatality". Pena eu achar discussão sobre futebol idiotice.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bullying ou "Como destruir a autoconfiança de uma pessoa"



Post hoje é longuinho, mas vale a pena, já aviso.
Se você está na página individual da postagem, ela aparecerá completa; mas se está na "Home" do blog, eu dividi a postagem em duas partes. Então, se não estiver cansado após ler a primeira parte, clique no "continue lendo este post" ali embaixo, para ler a parte final.

“Bullying” é um termo em inglês que quer dizer basicamente "intimidação", o ato de coagir alguém que aparenta ser “mais fraco” de alguma forma.
Pra mim, há uma diferença entre piada e bullying, e essa onda que surge do "politicamente correto" é um puta saco.
A piada uma coisa que é feita uma vez, duas vezes, depois passa. A pessoa alvo da piada não tem traumas com isso, não se sente um lixo, nem intimidada - apesar de não gostar de ter sido o alvo. Piada sempre ofende alguém de alguma forma, e é essa a parte graçada, mas não quer dizer que a pessoa vai ter danos.
Já o bullying é uma coisa constante, que acontece com o único objetivo de fazer a pessoa se sentir mal, inferior,  e  esta se torna o motivo de chacota permanente de uma pessoa ou grupo e isto tem consequências emocionais, psicológicas e, algumas vezes, físicas.

Quem nunca sofreu bullying que NÃO ATIRE a primeira pedra.
Entre os 14 e os 16 anos eu sofri o tão "famoso" bullying no colégio.
Todos sabem que nestes casos, mesmo que esteja morrendo por dentro, quanto mais descontentamento você deixar transparecer, pior a situação fica.
Eu SEMPRE fui muito tranquila, com um círculo de amizades limitado (por opção minha), mas quando se está no colégio, com aquele bando de babacas que se acham os donos do mundo, sempre surge um apelido aqui... outro ali... “Ah, mas a pessoa que debocha de mim é meu ‘amigo’, né? Então dá para aguentar.”

Mas aí seu “amigo” tem outros amigos que o veem debochando de você, te pegando para Judas, e pronto, acabou-se sua paz.
O fato de ser negro, gordo, usar óculos, aparelho, ter cabelo crespo, ou ser gay - ou qualquer coisa que não se encaixe em padrões imbecis - deixa de passar despercebido e se torna o seu pior defeito.

Eu sempre fui gorda - não gorda ao ponto de chamar todas as atenções para mim - mas era o suficiente para que um grupo de 4 ou 5 alunos me insultassem constantemente; e não só no intervalo do colégio, mas também na saída dele, enquanto eu voltava a pé para casa - com meu amigo gay - e tinha que passar por esse grupo de meninos. Na grandessíssima maioria das vezes eu e meu amigo tentávamos ignorar.

De modo geral, salvo raras exceções - vamos ser francos - , professores não fazem nada a respeito. Portanto, para que providências de fato sejam tomadas é preciso que o aluno demonstre estar MUITO mal com a situação. Mas veja bem, para que a pessoa se sinta muito mal com a situação, a ponto de expor, é necessário que os abusos já venham ocorrendo há um bom tempo e com níveis absurdos de desrespeito. E muitas vezes a pessoa não fala porque ela já passa tanta vergonha sendo massacrada que não quer que mais ninguém saiba disso.

Os agressores não são vistos como agressores, mas sim como os caras mais engraçados da sala/colégio.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

13 às Terças: Séries prediletas

O tempo está passando tão rápido que até parece que eu posto o "13 às terças" umas duas vezes na mesma semana. Que é isso, gente?! Minha nossa, dá pra acreditar que esse é a terceira semana do 13 às terças? 
Tô com medo de qualquer dia desses ir dormir e acordar com 50 anos. 
O_ó

Deixando o papo furado de lado:



Minhas 13 séries preferidas

  1. True Blood (Oi, Eric! Meu coração, não sei porque, bate feliz...)
  2. Game of Thrones (Oi, Jhon Snow! Seu inglês arcaico com sotaque extremamente forte é sexy.)
  3. Queer as Folk (Brian Kinney, vem ni mim, seu lindo!)
  4. The Walking Dead (Sempre atire na cabeça, eles não mais são pessoas.)
  5. Supernatural ("Son of a bitch!")
  6. The big bang Theory ("Bazinga!")
  7. Grey's Anatomy (Ídas, vindas e desencontros.)
  8. Drop Dead Diva (Por que gordinhas também amam e podem surpreender \o/)
  9. House M.D. (talk with me: "Everybody lies" & "people don't change")
  10. The Vampire Diaries (Damon... Damon... Damon...)
  11. Two and a half men (HIP Charlie Harper)
  12. Private Practice (Addison mereceu a credibilidade)
  13. Lie to me (Aprendi MOOOITO)

Conhece alguma dessas séries? Gosta de alguma?
Principalmente: Tem outras séries pra indicar?

PS: "Achei" por acaso um ator brasileiro chamado Fernando Pavão que se parece com Andrew Lincoln (que interpreta Rick Grimes em The Walking Dead).

Clique nas imagens para expandir:






Tá legal, Andrew Lincoln e Fernando Pavão não têm a vibe "Jeffrey Dean Morgan/Javier Bardem" - que parecem irmãos gêmeos separados no nascimento - mas eu acho que Lincoln e Pavão parecem irmãos legítimos.
Sem comparar a beleza de cada um, me respondam: Tem semelhança ou eu estou louca?

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Todo mundo tem um medo

Do antigo blog (08/07/2009):

Não adianta fugir dos nossos temores, do que nos aflige. Simplesmente não adianta.
O medo não é desculpa pra não enfrentar uma situação.
Só se sabe o que teria acontecido em determinada situação quando ela acontece.
Tudo na vida é um risco, a própria é um risco; a diferença é que uns calculam os riscos que estão dispostos a correr, outros não.
André Comte-Sponville escreveu em seu Pequeno Tratado das Grandes Virtudes que “Coragem não é a ausência do medo, é a capacidade de superá-lo, quando ele existe, por uma vontade mais forte e mais generosa.”

Devemos enfrentar os nossos medos, antes que eles resolvam nos enfrentar e, eventualmente, nos peguem desprevinidos.

Ainda lembro quando resolvi enfrentar um dos meus maiores medos: Altura.
Estava num parque de diversões e resolvi ir num brinquedo chamado Discovery, ele deixa todo mundo de cabeça pra baixo girando há uns 20 metros de altura, prendendo-nos apenas pelos ferros da cadeira.
Esperei com os amigos durante uma hora na fila, e quando chegou a minha vez eu tremia, suava, pensei em desistir, mas como já estava lá...

Chegou a hora de enfrentar o meu medo e como o que não me mata me fortalece, lá fui eu: sentei na cadeira, o monitor baixou a primeira trava de segurança. Depois passa o monitor e diz: "Vai ser baixada a segunda trava de segurança, depois que essa for fechada, não dá mais pra desistir."
Fiquei calada mesmo com vontade de gritar "SOCORRO!"; eu estava disposta a enfrentar mesmo.
Ele fechou a segunda trava, e aí sim o desespero veio à tona: Eu chorava feito uma louca, as lágrimas caiam sem eu nem perceber. Uma, duas, três de uma vez.

Quando o brinquedo começou a girar gritei desde "Socorro! Eu vou desmaiar!" até "Eu quero a minha mãe!".
Ao final, com o rosto ensopado de suor e lágrimas, tremendo, ligeiramente sem sentir as pernas - e ainda com medo de altura -, percebi que havia valido a pena, valeu a experiência, a sensação de ter encarado.

Pra muitos um medo é um segredo, pra outros é uma verdade, pra outros, uma mentira; pra uns é algo que aconteceu, já para outros, algo que pode nunca acontecer.
A forma de enfrentar esses medos cabe a cada um decidir, mas uma coisa é certa: é preciso.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pedacinhos de felicidade


"Felicidade" é uma coisa muito subjetiva. A pessoa pode SER feliz, mas NÃO ESTAR feliz por algum motivo. Assim como é possível que alguém NÃO SEJA feliz, mas ESTEJA feliz por algo.
Seja lá como for, é importante reconhecer os "pedacinhos de felicidade" quando eles acontecem:

Barulho de molho fervendo, cheiro de cana-de-açúcar queimando, travesseiro fofinho, banho tomado, gato se enroscando entre as pernas, frio da manhã, pássaros livres, dormir abraçado, cheiro de bebê até 1 ano, gargalhada da pessoa amada, andar na chuva, cantar no chuveiro, beijo de vó, reconciliações, xícara de café com um bom livro, escrever, dormir ouvindo o som da chuva, ler para uma criança, afagar um animal, ouvir a voz de quem você sente saudade, SMS de amigos durante a madrugada, raspar a massa do bolo de chocolate do fundo da panela, andar de mãos dadas num passeio noturno, som de água.



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.
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