terça-feira, 2 de abril de 2013

Fórmula pra atrair atenção




Quer atrair a atenção alheia?

Esteja mal, desgraça atrai um monte de olhares; mas, principalmente, esteja bem: Sorria. Não se importe com julgamentos alheios. Tenha poucos E BONS amigos. Viaje. Sorria mais um pouco. Tenha seus amores, ou desamores, e lide com eles com bravura. PERDOE. Se estiver sozinha, viva de modo como se não houvesse melhor companhia do que você mesmo; afinal, não deveria haver. Vá aos lugares que te fazem bem, e sem isso de "só vou se 'fulano' for"; há vários fulanos pra conhecer. NÃO CONTE SUAS CONQUISTAS PRA O MUNDO INTEIRO (estar bem atrai atenção, e inveja). Não precisa ser - ou se sentir - uma "Barbie" sempre, mas sinta-se bonita sem que seja necessário surgirem ocasiões que te obriguem a se produzir. E não ache que "fórmulas disso e daquilo" (inclusive essa) serão a solução pra todos os problemas da sua vida, então, enfrente-os.
Enfim: Pessoas bem resolvidas conquistam olhares.



*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sábado, 30 de março de 2013

"Pateticidade"




O "aleatório" do meu player tocou aquela música, aquela que você adorava e que quando ouço sempre lembro de ti, e sei que o contrário também se aplica. A propósito, me desculpe por provavelmente ter estragado ela pra você.
Eu sempre pulava pra outra música quando ela começava, mas hoje - por algum motivo que não sei dizer - deixei que ela tocasse até o final. E me dei conta, sem precisar do Facebook pra lembrar, que hoje é o seu aniversário.
Lembrei que há um ano eu estava te dando os parabéns por vinte e tantos anos de chatice. Esse ano você nem sequer saberá que eu lembrei. Mas você está vivo, e provavelmente sendo feliz. Lembro que te pedi pra ser feliz - e pra me esquecer -, então cumpra.
O pior - ou melhor - de tudo, é que você não vai ler isso e quase nenhum dos meus contatos vai entender essa minha nostalgia.
E agora tô eu aqui, no auge da pateticidade, pensando em como seria legal se você não fosse um idiota e eu pudesse te dizer pessoalmente o quanto espero que você tenha muitos anos de vida, que você vire um velho idiota. E pra foder tudo de vez, nem sei se a palavra "pateticidade" existe.

Originalmente escrito no Facebook, em uma madrugada qualquer de fevereiro.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Perguntas (im)pertinentes




Crianças são uma coisa linda, e falantes, catarrentas, barulhentas né?
Toda a inocência que um dia nós tivemos vai se perdendo aos poucos. Enquanto o mundo não nos corrompeu, deve ter sido uma delícia (ou não) para os nossos pais/tios/avós tentarem entender nosso mundinho e responder ou fugir, da melhor forma possível, os nossos questionamentos.

Na minha família, por parte de mãe, eu sou a sobrinha mais velha (e tenho 9 tios!) então pude acompanhar de pertinho o desenvolvimento de muitos dos meus primos. Alguns ainda são bebês.

Mas não foi de um deles que a pergunta (im)pertinente veio. Uma amiga da minha mãe veio aqui com o filho dela, ele tem 7 anos. Enquanto as duas foram conversar, o menino ficou perto de mim (sou meio que um imã infantil, incrível!) e aí eu comecei a assistir "The Walking Dead". Já tava "meio assim" de assistir o episódio na presença dele, então perguntei se ele sabia o que é fantasia, se ele sentia medo, se isso e aquilo; como ele me pareceu muito tranquilo, e em determinado momento até comparou o que via com o clipe "Thriller" do Michael Jackson, continuei assistindo (e ele do meu lado, assistindo também).

Por que essas pessoas tão assim? (mortas)
- Elas são zumbis.
Zumbi... O que é zumbi mesmo?
Zumbi é uma pessoa que morreu, mas não morreu pra valer. Aí "acorda" e sai andando por aí, caçando os vivos.
Hum... Entendi... Jesus era um zumbi?

Pausa. Acho que ele entendeu bem demais, até.


Ozamigos podem me dizer o que responderiam no meu lugar (sem precisar dar aula de teologia)?
Longos segundos se passaram até que meu cérebro voltou a "rodar" e eu comecei com: Não exatamente... Assim... OLHA LÁ! EITA, O ZUMBI VAI MORDER O RAPAZ!
E assim eu escapei dessa cilada, e os pais dele que se virem pra responder essa bomba. hahahahahah

ATUALIZAÇÃO: Esse questionamento do menino me encucou tanto que "fui à caça". Senhor Google me contou que é uma indagação "comum". (Já posso morrer de rir agora? HAHAHAH!)

Finalmente 2013 começou aqui no blog, até mais.


sábado, 29 de dezembro de 2012

Café morno



"Vou colocar pra esquentar mais."
É sempre isso. O café tá ali, na garrafa térmica, quente para o paladar da grande maioria das pessoas, mas pra mim tá morno.
Coloco alguns segundos no micro-ondas, ao ponto de quase ferver, de sair soltando mais fumaça que um daqueles antigos trens a vapor, mas é assim que eu gosto. Gosto de que meu café seja forte, e bem quente.
Se não estiver bem quente - pode ser forte o quanto for - irei achá-lo sem graça, ainda que a maioria das pessoas ache que ele está no ponto. Gosto até de toda a cautela que as vezes tenho que ter. Ir bebendo de golinho em golinho, correndo o risco de, ao terminar de beber a minha caneca de café, estar com a língua queimada.

E sou assim desde... Bom, desde sempre. Não só com relação ao meu café, mas com relação a vida. Meu negócio é a intensidade. Gosto de correr riscos calculados, ou de correr riscos que serão calculados aos poucos. Tenho um caso de amor com a loucura. Não com a loucura clínica (bom, há  quem discorde dessa parte). Não ouço vozes ou acho que estou sendo perseguida, não rasgo dinheiro ou como no McDonalds, nada disso. Mas falo daquela loucura de ir de cabeça nas coisas; de falar algo por achar que foi preciso, ainda que depois pense "mas que m*"; de dar carinho - ou desprezo - indiscriminadamente pra quem merece; a loucura de se apaixonar e cantar "exagerado, jogado aos seus pés, eu sou mesmo exagerado. Adoro um amor inventado" sem um pingo vergonha; a loucura de pecar pelo excesso, sempre pelo excesso, nunca pela falta.
O morno entedia, e o frio repele - e para passar de um estágio para o outro, é rápido. Café morno, vida morna, relacionamentos mornos... Pega tudo isso, coloca pra ferver (mais simples do que imagina: apenas se entregue mais) e vá ser feliz. A vida é curta.
Em 2013, muita intensidade pra você. Muitos pecados pelo excesso.

*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Homens são de Marte e mulheres ainda não decidiram de onde são




Claro que há diferenças drásticas entre o funcionamento dos cérebros masculino e feminino.
É algo inclusive bastante interessante de se observar.
Homens levam tudo ao pé da letra, já nós passamos horas e horas analisando as mensagens subliminares contidas nas frases mais simples.
PS: Se a frase foi dita por um homem, não existe conteúdo subliminar, colega. É simplesmente aquilo que ele disse e ponto final.
Já nós, mulheres, deixamos as coisas por dizer e esperamos que o cara compreenda tudo o que poderia ter sido dito mas não foi.
PS: Não funciona com homens. Seja direta! Filosofar com homem é uma perda de tempo GIGANTESCA.

Vou dar dois exemplos reais:

Primeiro exemplo: Eu estava numa conversa com um rapaz, pela internet, acompanhem.

Eu: Já começou "tal coisa"?
Ele: Não.
Eu: Não começou? Mas que absurdo... Olha, me faz um favor? Olha aí e me diz se ainda apareço online.
Ele: Não.
Eu: Não começou, não vai fazer o favor ou não apareço online?

A resposta que obtive a seguir foi uma gargalhada. Mas, ué, pra mim um simples "não" foi algo extremamente vago.

Segundo exemplo: Meu pai e a ida ao supermercado.


Pai: Vou ao supermercado.
Mãe: Certo, compra "isso e aquilo" e peixe.
Pai: Tá.

Uma hora depois meu pai volta e começamos a desempacotar as coisas. E nada da sacola do peixe.
Mãe: Cadê o peixe?
Pai: Tá ali - diz enquanto aponta para as três latas de sardinha recém compradas.


Deu pra notar BEM a diferença, certo?
Tem também aquilo: Mulheres falam ao telefone enquanto se maquiam e dão uma olhada no que está passando na TV.
Já homens não conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo. Falar ao telefone enquanto um cachorro late a 100 metros de distância é algo fora de cogitação. O lema masculino é basicamente "não trabalhamos com multidisciplinaridade."

Mulheres - nem sou feminista nem machista nem whatever mas, cara... -, nossos cérebros são demais de bons (e demais de loucos). E apesar de homem ser muito - MUITO bom - da TPM, de fazer xixi sentada, dos sentimentalismos, e etc, eu não gostaria de trocar de sexo por nada.


*Para fins de direitos autorais, declaro que imagens usadas no post foram retiradas da internet e os autores não foram identificados.
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